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Lorin Maazel comanda Festival Beethoven da OSB (10/8/2011)

A Orquestra Sinfônica Brasileira abre finalmente sua temporada 2011 com uma série de sete concertos dedicados à obra de Ludwig van Beethoven, em apresentações no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e um concerto na Sala São Paulo (dia 14). O grande destaque do festival é a presença do maestro Lorin Maazel, que substitui o igualmente renomado Kurt Masur, que concelou a participação por motivos de saúde.

Na abertura do festival, no dia 10 de agosto, a Orquestra Sinfônica Brasileira interpreta a Abertura Egmont e o Concerto para piano nº 4 com a pianista ucraniana Valentina Lisitsa.
No dia 11, Lorin Maazel rege as Sinfonias nº 2 e nº 3 - Eroica. No domingo, dia 14, a OSB e Maazel se apresentam na Sala São Paulo com Abertura Egmont, o Concerto para piano nº 3 com Valentina Lisitsa e a célebre Sinfonia nº 5. De volta ao Rio, as Sinfonias nº 4nº 5 integram o programa do concerto do dia 16; e no dia 18 a Sinfonia nº 6 - Pastoral e a Sinfonia nº 7. A OSB encerra o Festival Beethoven nos dias 20 e 21, com a Sinfonia nº 8 e a Sinfonia nº 9 – Coral, com a participação da soprano Gabriela Pace, da contralto Edinéia de Oliveira, do tenor Marcelo Vanucci e do barítono Licio Bruno, além do Coro de Crianças da OSB e do Coro Sinfônico do Rio de Janeiro.

Ao longo de cinco décadas de carreira musical, Lorin Maazel tornou-se um dos mais respeitados regentes do mundo. Ele foi diretor musical da Filarmônica de Nova York entre 2002 e 2009, e assumirá o mesmo posto a partir de 2012 frente à Filarmônica de Munique. Na temporada 2010-2011, completou sua quinta e última temporada como diretor musical da casa de ópera de Valência.

Nos últimos 12 anos, Maazel tem se destacado também como compositor. Sua primeira ópera, “1984”, baseada na obra-prima de George Orwell, estreou em 2005 na Royal Opera House do Covent Garden de Londres, com registro em DVD, sendo também apresentada no La Scala de Milão em maio de 2008.

Maazel começou a estudar violino aos cinco anos e recebeu as primeiras lições de regência com Vladimir Bakaleinikoff a partir dos sete. Aos 15, já havia subido aos pódios de grandes orquestras americanas e conduzido a Sinfônica da NBC, a convite de Arturo Toscanini. Entrou na Universidade de Pittsburgh aos 17 anos para estudar línguas, matemática e filosofia, e continuou seus estudos na Itália, com uma bolsa da Fulbright. Fez sua estreia europeia em 1953, no Teatro Massimo Bellini na cidade siciliana da Catânia, e rapidamente se destacou como regente, sendo convidado de Bayreuth em 1960 (como o primeiro regente americano no Festival), da Sinfônica de Boston em 1961 e do Festival de Salzburg em 1963.

Desde então, Maazel conduziu mais de 150 orquestras e 5 mil concertos e récitas de ópera. Regeu em mais de 300 gravações, dentre elas as integrais orquestrais de Beethoven, Brahms, Debussy, Mahler, Schubert, Tchaikovsky, Rachmaninov e Richard Strauss, sendo agraciado com dez Grands Prix du Disque. Em 1956, tornou-se diretor artístico e regente titular da Ópera Alemã de Berlim. Depois, seguiram-se os postos de diretor musical da Orquestra de Cleveland (1972-1982) e regente titular da Sinfônica da Rádio Bávara (1993-2002).

Foi nomeado o sucessor de Kurt Masur como diretor musical da Filarmônica de Nova York em setembro de 2002. Maazel é Membro Honorário da Filarmônica de Israel, frente à qual se apresentou no Concerto de Ano Novo por onze vezes, e recebeu a Medalha Hans von Bülow da Filarmônica de Berlim.

Maazel também incentiva a formação de jovens artistas, dividindo sua experiência com as gerações de músicos mais novos. Em 2000, criou um concurso para jovens regentes cuja final acontece a cada dois anos no Carnegie Hall e, desde então, tem atuado como um mentor para os finalistas da premiação. Com o apoio da Fundação Châteauville, criou um novo festival e um programa educacional para jovens artistas em Castleton, Virginia, no qual cantores, instrumentistas e regentes trabalham juntos num ambiente de troca de experiências, apoiados por artistas consagrados.

Os concertos do Festival Beethoven serão as primeiras apresentações da OSB após a grave crise do primeiro semestre, deflagrada em decorrência de um processo de profissionalização imposto pela direção da orquestra. Descontentes, mais de 30 músicos boicotaram uma avaliação de desempenho e acabaram demitidos, gerando grande repercussão e protestos. A temporada foi suspensa e, após audições internacionais, novos membros foram contratados. Há cerca de um mês Roberto Minczuk deixou a direção artística da OSB, que desde então é compartilhada por Fernando Bicudo e Pablo Castellar. Desde então, um novo acordo de readmissão está sendo discutido com os músicos demitidos.



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