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Osesp e grande elenco apresentam “O cavaleiro da rosa”, de Richard Strauss (8/9/2009)

A Osesp apresenta, nos dias 9, 11 e 13 de setembro, O cavaleiro da rosa, ópera cômica de Richard Strauss. O enredo da história, escrita pelo poeta vienense Hugo von Hoffmansthal, tem como cenário a Viena da Imperatriz Maria Teresa e narra as aventuras – e desventuras – da relação entre uma mulher madura com um amante quase adolescente: a Marechala (Princesa von Werdenberg) e Octavian. Quem dirige o espetáculo é o maestro Richard Armstrong, ex-diretor musical das Óperas Escocesa e Nacional Galesa. O britânico rege regularmente no Covent Garden e na Ópera Nacional Inglesa e fará sua estreia à frente de uma orquestra brasileira. O elenco conta com os alemães Anne Schwanewilms (soprano) e Franz Hawlata (baixo), a norteamericana Kristine Jepson (soprano), o brasileiro Rodrigo Esteves (barítono) e a tcheca Anna Korondi (soprano). As demais personagens serão interpretadas por um grande elenco que inclui também cantores do Coro da Osesp.

A ópera será apresentada em forma de concerto, mas contará com uma ambientação cênica criada por André Heller-Lopes. Os concertos contarão também com a participação do Coro da Osesp e de integrantes do Coro Infantil.

Leia a seguir outras informações fornecidas pela assessoria de imprensa da Osesp.

Richard STRAUSS
Munique, Alemanha – 11 de junho de 1864
Garmisch-Partenkirchen, Alemanha – 8 de setembro de 1949
O cavaleiro da rosa, op.59
Duração aproximada 3 horas / Ano da composição 1909-10

Segundo as tradições da antiga nobreza austríaca, o cavaleiro da rosa era um jovem aristocrata que tinha o encargo de representar um pretendente de sangue azul num pedido de casamento. Para formalizar o compromisso, o cavaleiro deveria entregar, em nome do proponente, uma rosa de prata à noiva. O único problema com esta tradição é que ela jamais existiu. Na vida real, a figura do Rosenkavalier foi uma criação de Hugo von Hofmannsthal para o libreto da quinta ópera de Richard Strauss, uma das comédias mais originais e requintadas que se conhece. Poeta e compositor conheceram-se em 1905, quando o segundo, impressionado com a peça de teatro Elektra, escrita pelo primeiro, associou-se a ele para transformar a tragédia grega na ópera de mesmo nome, que estreou em janeiro de 1909. Trabalharam juntos durante 24 anos, compondo seis obras-primas em forma de ópera. A feliz coparticipação foi bruscamente truncada pela súbita morte de von Hofmannsthal em julho de 1929. Der Rosenkavalier foi a segunda experiência da dupla, composta entre abril de 1909 e setembro de 1910, e estreou – no Hofoper de Dresden – em 26 de janeiro de 1911. Segundo consta, logo depois da estreia da Elektra, Strauss declarou que “da próxima vez, escreverei uma comédia mozartiana”. A ideia buscou inspiração em diversas fontes diferentes, desde conversas com o conde Harry von Kessler, diplomata e editor, passando por Mozart, Molière, Louvet de Couvray, Haffner e até de aristocráticos hábitos da Igreja Católica. Com essa colcha de retalhos Hofmannsthal havia encontrado material suficiente para sua comédia. Para contar a história, Strauss desenvolveu um estilo vocal “conversação lírica”, algo que já não é mais o recitativo, mas ainda não chega a ser ária. Na distribuição das vozes principais um arranjo em que as três vozes femininas, de pesos e cores diversos e constrastantes, trabalham em oposição ao baixo. Inovadoramente, o compositor nos remete ao século XVII usando música do século XX. Sem medo de ser feliz, Strauss desencadeia, ao longo da partitura, uma deliciosa sucessão de valsas, que fizeram tanto sucesso que o autor, mais tarde, as arranjou em duas sequências sinfônicas. Um dos poucos defeitos de Der Rosenkavalier é sua duração um tanto excessiva.

BIOGRAFIAS
Sir Richard Armstrong
Apresenta-se como regente convidado com as principais orquestras e companhias de ópera em todo o mundo. Foi diretor musical da Ópera Escocesa de 1993 a 2005 e da Ópera Nacional Gaulesa de 1973 a 1986, além de reger regularmente no Covent Garden e na Ópera Nacional Inglesa. Compromissos internacionais o levaram a Frankfurt, Genebra, Paris, Munique, Berlim, Amsterdã, Roma, Bruxelas e Los Angeles, e também ao Canadá e a Austrália.
Rege um repertório lírico centralizado nos trabalhos de Verdi, Wagner, Strauss e Janácek. Apresenta-se regularmente no Festival Internacional de Edimburgo, BBC Proms e Festival de Viena. Trabalhou com as orquestras filarmônicas de Londres, Real de Liverpool e do Japão; com as sinfônicas, da BBC (Londres), de Bournemouth, da Cidade de Birmingham, de Berlim, de Melbourne e Philharmonia; com as orquestras de câmara Escocesa, Nacional da BBC do País de Gales, Hallé, entre outras. Compromissos futuros incluem Lady Macbeth of Mtsensk de Shostakovich e Aida de Verdi, com a Ópera da Austrália, além de Makropulos Case de Karel Capek com a Ópera Nacional Inglesa. Em 1997, Sir Richard Armstrong foi nomeado regente do ano pela Sociedade Filarmônica Real e, em 2004, foi condecorado cavaleiro britânico pela Rainha.

Anne Schwanewilms – soprano
A soprano alemã é considerada uma das melhores intérpretes de Strauss e Wagner da atualidade. Por sua presença de palco singular e sua voz versátil, é requisitada em todo o mundo. Seu repertório abrange desde óperas italianas, o Lied alemão e trabalhos franceses, até compositores modernos. Apresenta-se com orquestras como a Filarmônica de Berlim, Concertgebouw de Amsterdã, Sinfônica de Londres e Filarmônica Real, ao lado de regentes como Sir Colin Davis, Sir Simon Rattle, Daniel Barenboim, Riccardo Chailly e James Levine. Trabalha constantemente com os pianistas Malcolm Martineau e Roger Vignoles, com quem gravou uma seleção de canções de Strauss, indicada pela revista de música BBC como Gravação Vocal do Ano 2008. Foi premiada como Cantora do Ano pela revista Opernwelt em 2002. Compromissos para a temporada 2009-2010 incluem apresentações de árias de Purcell, Monteverdi e Händel com a Filarmônica de Hamburgo e Marcus Creed; O Cavaleiro da Rosa com a Staatsoper de Berlim; As Quatro últimas Canções de Strauss com a Sinfônica da BBC (Londres)— concerto transmitido ao vivo pela BBC inglesa; Król Roger de Karol Szymanowski, no Gran Teatre del Liceu, em Barcelona; Otello com a Sinfônica de Londres e Sir Colin Davis; As Bodas de Fígaro com a Ópera Lírica de Chicago; As Quatro últimas Canções de Strauss e a Sinfonia nº 4 de Mahler com a Orquestra Hallé e Sir Mark Elder. Em maio de 2010, com a Staatskapelle de Dresden sob a batuta de Fabio Luisi, fará uma turnê por cidades como Frankfurt, Milão, Atenas, Paris e Viena.

Franz Hawlata – baixo
Nasceu em 1963 na cidade bávara de Eichstätt. Estudou sob a orientação de Ernst Häfliger, Hans Hotter e Erik Werba. Nos anos 80, ganhou várias competições e fez sua estreia profissional em Munique. Pouco depois, surgiram compromissos em Lion, São Francisco e Amsterdã. Na temporada de 1994, interpretou Barão Ochs em O Cavaleiro da Rosa com a Ópera Nacional Galesa. Apresentou-se neste papel na Ópera Metropolitana (1995) e nas óperas Estadual de Viena, Nacional de Paris, Covent Garden, Festival de Salzburgo, Munique, além de se apresentar em turnê pelo Japão com a Estadual de Viena. Participou de estreias no Théâtre du Châtelet (O Rouxinol), Gran Teatre del Liceu (Wozzeck), San Diego (Wozzeck) e Ópera Lírica de Chicago (O Holandês voador). Cantou nas óperas Met (Rigoletto), L’Opéra de La Bastille (Rusalka, Wozzeck, Capriccio e O Cavaleiro da Rosa), Covent Garden (Rusalka) e no Festival de Salzburgo (Così fan tutte, Don Giovanni), entre outros. Apresentou-se sob a regência de Zubin Mehta e entre os diversos papéis que interpretou na Staatsoper de Viena estão Sarastro, Rocco, Jokanaan, Kaspar, Leporello, Fígaro, Orest e Papageno. Sua discografia inclui gravações de árias alemãs, Die drei Wünsche de Loewe, Fausto de Spohr, além de Rusalka com Sir Charles Mackerras, para o selo Decca, entre outras. Em 2008, apresentou-se no Festival de Bayreuth em Os Mestres Cantores de Nuremberg, em Chicago, Paris e em Viena.

Kristine Jepson – soprano
A soprano tem se apresentado em teatros como Metropolitan Opera, Covent Garden, alla Scala, Théâtre de La Monnaie, e as Óperas Estaduais de Hamburgo e da Bavária, de São Francisco, Nacional de Paris, de Santa Fé, Companhia de Ópera Canadense, entre outras. Foi aclamada por papéis como Sesto em A Clemência de Tito de Mozart, Sister Helen em Dead Man Walking de Jake Heggie, o Compositor em Ariadne auf Naxos e Octavian em O Cavaleiro da Rosa. Começou a temporada de 2009 como Mère Marie em Diálogos das Carmelitas de Poulenc, em Oviedo, antes de retornar ao Covent Garden como Nicklausse em Os Contos de Hoffmann. Apresentações recentes incluem A Canção da Terra, de Mahler, com a Sinfônica de Detroit e James Conlon e Brangäne em Tristão e Isolda com a Ópera Alemã de Berlim. Em 2009 estreou como Fricka em O Ouro do Reno e A Valquíria, em Berlim. Futuros projetos incluem Das Gehege em Hamburgo, Ariadne auf Naxos em Washington e Rusalka em Munique.

Rodrigo Esteves – barítono
O cantor nascido no Rio de Janeiro recentemente participou de masterclasses com Renato Bruson e Raina Kabaivanska. Destaca-se no repertório sacro e vocal sinfônico, em peças como Carmina Burana, Petite Messe solennelle e Stabat Mater de Rossini, Missa da Coroação e Réquiem de Mozart, Magnificat de Bach e A Criação de Händel. Em 1998, debutou em La Bohème no Teatro de La Zarzuela (Madrid) e, no ano seguinte, cantou em La Favorita de Donizetti em Pamplona. Estreou em 2000 no Teatro Colón em I Pagliacci e, em 2001, foi Germont em La Traviata no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Logo depois, participou da montagem de Romeu e Julieta de Gounod em Jerez de la Frontera (Espanha) e, em 2003, fez sua estreia na Itália, na cidade de Spoleto, nas produções de As Bodas de Fígaro e La Traviata. No mesmo ano, durante o Festival de Ópera do Amazonas, estreou em La Cenerentola de Rossini e, em 2004, realizou uma turnê pelo Japão. Participou das óperas Don Carlo no Teatro Municipal de São Paulo (2004), L’Elisir d’Amore e Lucia di Lammermoor no Theatro São Pedro. Com a Osesp, apresentou-se em Fausto de Gounod (2005), no Salmo 23 de Almeida Prado (2006) e na obra A Canção da Terra de Mahler (2007). Cantou ainda Falstaff na Itália, La Bohème na Espanha e acaba de interpretar Renato de Un Ballo in Maschera em Messina (Itália). Futuros compromissos incluem participações nas montagens de Cavalleria rusticana e I Pagliacci em Cagliari, e La Traviata em Messina. Gravou zarzuelas pela EMI, na Espanha, e um CD de canções no Brasil. Também colaborou na gravação para o selo BIS do Réquiem Ebraico – Salmo 92 de Eric Zeisl, com a Osesp.

[Clique aqui para mais detalhes do Roteiro Musical.]



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