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Concertos da Osesp terão Fabio Mechetti e pianista Dang Thai Son (17/9/2009)

Nesta semana a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp traz novamente à Sala São Paulo dois grandes nomes da música de concerto: o maestro paulista Fabio Mechetti e o pianista vietnamita Dang Thai Son. No programa, Meditação e Dança da Vingança de Medeia, de Samuel Barber, Concerto nº 1 para piano em sol menor, de Mendelssohn, e duas obras de Richard Strauss: Morte e Transfiguração e Till Eulenspiegels lustige Streiche. Os concertos acontecem nos dias 18 (sexta) e 19 (sábado), como parte da temporada regular da Osesp, e dia 20 (domingo), dentro da série Concertos Matinais (neste caso sem a obra Morte e Transfiguração). Excepcionalmente a Osesp não se apresenta na quinta-feira.

[Clique aqui para mais informações do Roteiro Musical.]

Leia a seguir mais informações fornecidas pela assessoria de imprensa da Osesp.

Repertório
Samuel BARBER
West Chester, EUA – 9 de março de 1910 / Nova York, EUA – 23 de janeiro de 1981
Meditação e Dança da Vingança de Medeia, op.23a
Duração aproxima da 13 minutos
Ano da composição 1953

No Brasil, o norte-americano Samuel Barber é reconhecido como autor do Adagio para Cordas, versão orquestral de um movimento de seu quarteto de cordas de 1936. Entretanto, sua obra vai muito além. Dono de um estilo romântico tardio e acessível, Barber foi um dos compositores americanos mais bem sucedidos do século XX. Seu balé Medeia trata do mito grego, imortalizado na tragédia de Eurípedes, que conta que Medeia, ao ser repudiada por por Jasão, vinga-se do marido matando os filhos do casal. Encomendada por Martha Graham para o II Festival Anual de Música Contemporânea, em 1946, a partitura, para 13 instrumentos, estreou com o título de Serpent Heart (Coração de Serpente). Para a estreia nova-iorquina, no ano seguinte, Barber arranjou a obra para orquestra completa, transformando-a em uma suíte em sete movimentos, já com o título de Medea (Medeia).  Por fim, em 1955, o compositor apresentou a suíte em uma obra de movimento único, com uma orquestração maior do que qualquer uma das versões anteriores, incluindo uma sessão de percussão, estreada em 2 de fevereiro de 1956, pela Filarmônica de Nova York.

Felix MENDELSSOHN-BARTHOLDY
Hamburgo, Alemanha – 3 de fevereiro de 1809 / Leipzig, Alemanha – 4 de novembro de 1847
Concerto nº 1 para piano em sol menor, op.25
Duração aproximada 21 minutos
Ano da composição 1830-31

Mendelssohn foi um dos talentos mais precoces da história da música, compondo desde a mais tenra idade. Escreveu nada menos que 13 sinfonias para cordas antes dos 15 anos, e, aos 16, finalizou sua primeira obra-prima, a abertura Sonhos de uma Noite de Verão, baseada em Shakespeare. Tendo dominado o violino e o piano desde a infância, concentrou seu interesse na composição de obras para esses dois instrumentos. Um de seus inspiradores foi o compositor Carl Maria Von Weber (1786-1826), cuja estrutura serviu como modelo principal para seus concertos para piano. Além de Weber, o Concerto nº 1 para piano em sol menor traz os traços da viagem pela Europa que o jovem Felix empreendeu aos 20 anos de idade, e que marcou sua passagem para a idade adulta. O tour começou pela Grã-Bretanha, mas, o objetivo era uma visita à Itália. Mais do que meramente turístico e pitoresco, o espírito da jornada pela península itálica era de imersão cultural. “Finalmente, a Itália”, escreveu o compositor para a família, quando por lá chegou; suas impressões de viagem estão ricamente documentadas, tanto em cartas, quanto em sua mais célebre sinfonia, a de nº 4, dita Italiana, concluída em 1833. Escrito mais ou menos no mesmo período, o concerto foi estreado em Munique, em 1831, e surpreende pela inovação formal; os três movimentos estão ligados entre si, e o piano solista começa a tocar desde o começo, dispensando a longa introdução orquestral que era praxe no estilo clássico. Se o andante soa mais convencional, o final é marcado por reminiscências de temas do primeiro movimento, conferindo à obra um caráter ousadamente unificado e ‘cíclico’.

Richard STRAUSS
Munique, Alemanha – 11 de junho de 1864 / Garmisch-Partenkirchen, Alemanha – 8 de setembro de 1949
Morte e Transfiguração, op.24
Duração aproximada 23 minutos
Ano da composição 1889

Till Eulenspiegels lustige Streiche, op.28
Duração aproximada 15 minutos
Ano da composição 1894-95

Strauss tinha apenas 21 anos quando assumiu o posto de regente na cidade alemã de Meiningen, em 1885. Foi nesse que conheceu Hans von Bülow (1830-1894) e o violinista Alexander Ritter (1833-1896), um entusiasta da chamada ‘música do futuro’ que desenvolveu seu interesse nas óperas de Wagner e o apresentou à ousada música de Liszt com seus programas extramusicais que se chamavam poemas sinfônicos. Entre os 22 e 34 anos de idade, Strauss escreveria sete obras do gênero, cuja popularidade eclipsaria as criações de Liszt e que consolidaria sua reputação como principal compositor germânico de sua geração. Logo depois de reger a triunfante estreia do poema sinfônico Don Juan, em 1889, Strauss finalizou a partitura de Morte e Transfiguração, cujo programa não era literário, mas partia de uma ideia do compositor: a obra retrata um artista no leito de morte, que depois de ver toda a existência passar diante de si, defronta-se, nas palavras do próprio Strauss, com “o Ideal que ele tentou representar em sua arte, mas que foi incapaz de aprimorar”. Trata-se, então, de uma obra de caráter ‘metafísico’. Bem mais mundano seria o tema de sua próxima obra no gênero Till Eulenspiegel. Inicialmente concebido como ópera em um ato -Till Eulenspiegel und den Schildbürgen (Till Eulenspiegel e os Burgueses de Schilda)-, acabou virando o que o compositor chamou de “rondó para grande orquestra”, com o nome de Till Eulenspiegels lustige Streiche (cuja tradução seria algo como As Travessuras divertidas de Till Eulenspiegel). Na obra de Strauss, Till cavalga pelo mercado, zomba da religião ao pregar disfarçado de monge, flerta com garotas, discute com filisteus e termina por ser condenado à morte por enforcamento. A cada episódio das aventuras do herói, o compositor faz retornar os temas musicais a ele associados, realizando, assim, a forma de rondó. Mais breve dentre os poemas sinfônicos de Strauss, é tido, pelo apuro na orquestração, como um dos mais sofisticados.

Biografias
Fabio Mechetti
O maestro paulistano é regente titular e diretor artístico da Sinfônica de Jacksonville desde 1999 e da Filarmônica de Minas Gerais desde 2008. Foi também titular das sinfônicas de Syracuse e de Spokane, da qual é regente emérito. Antes fora regente associado de Mstislav Rostropovich na Sinfônica Nacional de Washington, dirigindo com ele concertos no Kennedy Center e no Capitólio Americano; e regente residente da Sinfônica de San Diego. Fez sua estreia no Carnegie Hall, conduzindo a Sinfônica de Nova Jersey, e tem dirigido orquestras nos EUA, Japão, México, Espanha e Venezuela, além de freqüentes colaborações na Escandinávia, por ter vencido o Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko na Dinamarca. Recentemente estreou com as sinfônicas da BBC da Escócia, de Quebec no Canadá e a Filarmônica de Auckland na Nova Zelândia. Como vencedor do, dirige regularmente na Escandinávia. No Brasil rege orquestras em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília e Salvador. Trabalhou com Alicia de Larrocha, Thomas Hampson, Frederica von Stade, Arnaldo Cohen, Nelson Freire, Emanuel Ax, Gil Shaham, Midori, Evelyn Glennie, Kathleen Battle, entre outros. Como regente de ópera, estreou nos EUA, dirigindo a Ópera de Washington. No repertório operístico estão Tosca, Turandot, Carmen, Don Giovanni, Così fan Tutte, La Bohème, Madame Butterfly, O Barbeiro de Sevilha, La Traviata e As alegres Comadres de Windsor. Fabio Mechetti é mestrado em regência e em composição pela Juilliard School de Nova York.

Dang Thai Son - piano
Iniciou os estudos de piano com sua mãe em Hanói. Foi descoberto pelo pianista russo Isaac Katz, em 1974, e estudou no Conservatório Tchaikovsky de Moscou com Vladimir Natanson e Dmitri Bashkirov. Em 1980, recebeu o Primeiro Prêmio e Medalha de Ouro na X Competição Internacional de Piano Frédéric Chopin, em Varsóvia — foi a primeira vez que um pianista asiáticovenceu a competição. Passou por mais de 40 países e por salas como Lincoln Center (Nova York), Barbican Center (Londres), Herculessaal (Munique), Concertgebouw (Amsterdã), Opera House (Sidney) e Suntory Hall (Tóquio). Apresentou-se com orquestras como as filarmônicas da BBC, de Oslo, Helsinki, Moscou e Nacional de Varsóvia e as sinfônicas de Montreal, Birmingham, NHK, e Estadual da Hungria, Nacional Russa, Staatskapelle Berlin, entre outras. Trabalhou sob a regência de Sir Neville Marriner, Mariss Jansons, Ivan Fisher, Vladimir Spivakov, Dimitri Kitaenko, James Loughran, Jiri Belohlavek, Hiroyuki Iwaki, Ken-Ichiro Kobayashi, Pavel Kogan, Jerzy Maksymiuk, Sakari Oramo e John Nelson. Seus trabalhos com o repertório de câmara incluem apresentações com o Octeto da Filarmônica de Berlim, Quarteto de Cordas Smetana, Barry Tuckwell, Tsuyoshi Tsutsumi, Pinchas Zukerman, Boris Belkin, Joseph Suk, Alexander Rudin e, em duo-piano, com Andrei Gavrilov.
Em 1995, fez um Concerto de Ano Novo com Yo Yo Ma, Seiji Ozawa, Kathleen Battle e Mstislav Rostropovich, evento internacional produzido pela rádio japonesa NHK, e, em 1999, um Concerto de Gala na abertura do Ano Chopin —foi o único artista estrangeiro convidado como solista com a Orquestra de Varsóvia. Desde 1987, é professor convidado no Colégio de Música de Kunitachi (Tóquio) e leciona na Universidade de Montreal (Canadá). Foi jurado em competições como a de Cleveland (EUA), Hamamatsu (Japão), Rachmaninoff (Rússia), Chopin (Varsóvia), Carl Bechstein (Alemanha) e Villa-Lobos (Brasil). O pianista teve sua biografia — A pianist loved by Chopin - The Dang Thai Son Story—, publicada pela Yamaha Music Media Corporation em 2003.



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São Paulo:

16/12/2017 - Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Coro Acadêmico da Osesp e Coro da Osesp

Rio de Janeiro:
17/12/2017 - Escola de Música Villa-Lobos

Outras Cidades:
15/12/2017 - Recife, PE - XX Virtuosi - Festival Internacional de Música de Pernambuco
 




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