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Osesp, sob comando de Justin Brown, apresenta Britten, Barber e 4ª de Mahler (17/3/2010)

O maestro Justin Brown, convidado da Osesp nos concertos de 18, 19 e 20 de março, rege na Sala São Paulo a Passacaglia de Peter Grimes de Britten, o Concerto op. 14 de Barber com o violinista Augustin Hadelich e a Sinfonia nº 4 de Mahler com a soprano Gabriela Pace.

Brown é diretor musical da Orquestra Sinfônica do Alabama e da Badisches Staatstheater, em Karlsruhe. Estudou em Tanglewood com Seiji Ozawa e Leonard Bernstein, sendo assistente deste e de Luciano Berio.

Prepare-se para o concerto. Veja os vídeos do maestro Justin Brown e do violinista Augustin Hadelich; e leia abaixo os textos sobre o programa e as biografias dos solistas, em material fornecido pela Osesp.

[assista ao vídeo sobre Justin Brown.]

[assista ao violinista Augustin Hadelich.]

 

repertório

Benjamin Britten

Peter Grimes: Passacaglia, Op.33b

Duração aproximada:7 minutos / Ano da composição:1945

Originalmente, a passacaglia era uma dança popular, própria dos músicos ambulantes, mas, com o tempo, especialmente no período barroco, tornou-se uma forma instrumental. O motivo musical repetido do início ao fim pode servir tanto como melodia principal, como harmonia. A ópera de Britten, Peter Grimes, foi encomendada em 1942 pela Fundação Koussevitzky e baseia-se no poema The Borough (1810), de George Crabbe. Para as trocas de cenários, Britten necessitava compor interlúdios e a Passacaglia tornou-se um deles. Esse trecho começa com um solo de violoncelo, seguido pela entrada da orquestra, que leva a ária que identifica uma “tempestade”. Como ao longo de toda a ópera, Britten usou o material musical para evocar esplendidamente imagens ou atmosferas que recordem a vida dos pescadores, tema principal de Peter Grimes.

 

Samuel Barber

Concerto Para Violino, Op.14

Duração aproximada:25 minutos / Ano da composição:1939

Em 1939, um magnata americano encomendou de Samuel Barber um concerto para violino, destinado ao violinista Iso Briselli que depois fez críticas ao virtuosístico terceiro movimento e desencadeou uma série de disputas entre o compositor e seu mecenas. A estreia aconteceu em 4 de fevereiro de 1942, com Albert Spalding como solista e Eugene Ormandy dirigindo a Sinfônica da Filadélfia. Ouvindo esse Concerto Para Violino, é difícil identificá-lo como composição de um americano. Com frequência, Barber foi considerado o mais “conservador” quando comparado com Copland, Gershwin ou o próprio Bernstein. A introdução solista do violino no primeiro movimento, e a resposta lírica da orquestra são ecos sublimes, que nos transportam mais ao Concerto Para Violino de Max Bruch (de 1868) do que ao jazz. O mesmo vale para o segundo movimento. Já o terceiro movimento -frenético e virtuosístico- apresenta ritmos e contrapontos entre violino e orquestra que soam urbanos e modernos. Atualmente, tendo em vista sua contribuição ao universo musical, as considerações quanto à posição de Barber na história cultural americana talvez pareçam menos importantes do que já foram.

 

Gustav Mahler

Sinfonia nº 4 em Sol Maior

Duração aproximada:54 minutos / Ano da composição:1899–1901

Como lembra Henry –Louis de La Grange — um dos maiores estudiosos de Mahler —, a Quarta “nasce” em 1899, e é largamente influenciada pela coletânea Des Knaben Wundernhorn. A princípio, Mahler tinha subdividido essa sinfonia em seis episódios. Todavia, Mahler reservou-se o direito de modificar amplamente a estrutura desta sinfonia “feliz”, de tratamento tonal mais tranquilo. Mahler costumava ser contra programas explicativos e dizia que “nenhuma música é válida se for necessário, no início, advertir o ouvinte sobre as experiências que lá estão contidas”. Mahler, de fato, nos presenteia com uma incrível liberdade e faz uso de um conjunto de referências harmônicas e literárias e de citações que evocam Wagner, as valsas vienenses, as melodias populares boêmias, Bruckner etc.

Resumos baseados nos originais escritos pelo pianista e musicólogo italiano Giovanni Baldini para o programa de concertos da Osesp.

 

Regente

Justin Brown primeira vez com a Osesp

Considerado um dos principais regentes da Grã-Bretanha, é diretor musical da Sinfônica do Alabama e do Badisches Staatstheater Karlsruhe. Estudou em Cambridge e teve aulas com Seiji Ozawa e Leonard Bernstein em Tanglewood, tendo sido assistente deste último e de Luciano Berio. Em Glasgow, fundou a Orquestra de Câmara St. Bride e trabalhou com Evelyn Glennie, Eaglen Jane, Yo-Yo Ma, Leon Fleischer e Vadim Gluzman. Entusiasta das produções contemporâneas, rege obras de autores como George Crumb e Peter Lieberson. Tem trabalhado com as sinfônicas das rádios Finlandesa e Holandesa, da BBC, Bournemouth, Londres, Berlim, Lahti, Malmö, Norrköping, Stavanger, Sidney, Indianapolis e Dallas; as filarmônicas de São Petersburgo, Royal Liverpool, Royal Philharmonic, Dresden, Estrasburgo, Oslo, Bergen, Tóquio e da Malásia. Seu repertório lírico com as óperas Nacional do Reino Unido e da Escócia conta com Così Fan Tutte, Le Nozze di Figaro, Madame Butterfly, La Bohème, Macbeth, Falstaff e The Cunning Little Vixen. Conduziu Fidelio no Teatro San Carlo de Lisboa, La Traviata e O Amor das Três Laranjas na Staatsoper Stuttgart, Don Giovanni, em Frankfurt, entre outros. Compromissos futuros incluem produções de Fidelio, Der Rosenkavalier e La Traviata em Karlsruhe, um retorno à Sinfônica da Islândia e sua estreia com a Filarmônica de Rochester. Gravou peças de Elgar e Barber com Anne Gastinel e a Sinfônica de Birmingham; e composições de Elliott Carter e Ruders Poul, para a Bridge Records. Seu recente CD da obra completa de Gershwin para piano e orquestra, com Anne-Marie McDermott e a Sinfônica de Dallas foi a Escolha do Editor da revista Gramophone. Além de maestro, Justin Brown é pianista.

 

Solistas

Augustin Hadelich violino - Primeira vez com a Osesp

Estreou no Carnegie Hall em janeiro de 2008, com o Concerto Para Violino e Violoncelo de Brahms, sob a regência de Miguel Harth-Bedoya ao lado de Alban Gerhardt e da Sinfônica de Fort Worth. Em março do mesmo ano, voltou para seu aclamado primeiro recital e, em sua terceira apresentação no Carnegie Hall, interpretou o Concerto nº 5 Para Violino de Mozart com a Orquestra de Cordas de Nova York, sob a regência de Jaime Laredo. Já se apresentou com as sinfônicas do Alabama, Colorado, Columbus, Jacksonville, Nova Orleans, Louisville e Rochester, entre outras. Participou de concertos com as orquestras de Frankfurt, Sinfônica Nacional do México, Estadual de Stuttgart e com as filarmônicas da Cidade do Cabo, da Rádio Alemã, de Dresden e de Monte Carlo; e as orquestras de câmara da Bavária, Berlim, Budapeste, Colônia, Hamburgo, Kiel, Lucerna e Toulouse. Colaborou com os maestros Justin Brown, Günther Herbig, Yakov Kreizberg, Hannu Lintu, Christof Perick, Christoph Poppen, Carlos Miguel Prieto, Stefan Sanderling, Michael Stern e Mario Venzago. Como recitalista, tocou no Festival de Música de Chautauqua, no Lincoln Center e na Universidade do Texas, em Austin. Nascido na Itália em 1984, filho de pais alemães, Augustin Hadelich é formado pelo Instituto Musical Pietro Mascagni de Livorno, e pela Juilliard School de Nova York. Entre outros, venceu o Avery Fischer Carrer Grant, em 2009 e a Competição Internacional de Violino de Indianópolis, em 2006.

 

Gabriella Pace soprano - última vez com a Osesp em dez/2007 na Sinfonia nº 9, de Beethoven

Iniciou os estudos musicais e de canto com o pai, tenor e violista Hector Pace. Como bolsista da Vitae, estudou com Leilah Farah e Pier Miranda Ferraro, na Itália. Recebeu o Prêmio Carlos Gomes de Música Erudita. No IX Festival Amazonas, participou de O Anel do Nibelungo e, em 2006, foi Desdemona, em Otello de Rossini. No mesmo ano, foi Giulietta, em I Capuleti e i Montecchi, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde também cantou o papel de Susanna em As Bodas de Fígaro no ano seguinte. Em 2007, gravou o Réquiem Hebraico e a Nona Sinfonia de Beethoven com a Osesp, além de ter sido Norina em Don Pasquale, no Teatro Colón. Em 2008, apresentou-se em Bogotá com A Criação, de Haydn. No XII Festival Amazonas de Ópera, integrou os elencos de Ça Ira, Turandot e Ariadne auf Naxos. Em agosto, participou da mesma ópera no Theatro Municipal de São Paulo. Logo depois foi Musetta em La Bohème, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e, em dezembro, solista do Lobgesang, no Theatro Municipal de São Paulo. Já em 2009, apresentou-se no Stabat Mater de Rossini e na Missa de Réquiem de Mozart, com a Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Com o Quarteto de Cordas Raga cantou o Quarteto nº 2, Op.10 de Schoenberg na Sala Cecília Meireles. Também foi a personagem principal em A Menina das Nuvens, de Villa-Lobos, no Palácio das Artes, além de ter agendadas apresentações em Bogotá, Recife e São Paulo.

serviço
Orquestra Sinfônica de Estado de São Paulo
Regência: Justin Brown
Solista: Augustin Hadelich (violino) e Gabriela Pace (soprano)
Sala São Paulo, dias 18, 19 e 20 de março

[Leia mais detalhes no Roteiro Musical.]



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