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Trompetista norueguês é destaque com a Osesp [prepare-se para o concerto] (15/4/2010)

Com regência do Louis Langrée – diretor do Mostly Mozart Festival em Nova York – a Osesp apresenta-se esta semana com o trompetista Ole Edvard Antonsen no Concerto de Hummel e no Concertino de Jolivet, além de interpretar a Patética de Tchaikovsky e a abertura da ópera La Clemenza di Tito, de Mozart.

Ole Edvard Antonsen apresenta-se ainda no domingo, dia 18, na série de câmara da Osesp com instrumentos de sopro.

Prepare-se para o Concerto. Veja a virtuosidade do trompetista Ole Edvard Antonsen no vídeo selecionado pela CONCERTO e leia as notas e biografias, em textos do programa da Osesp.

[Vídeo do trompetista Ole Edvard Antonsen]

[Veja detalhes no Roteiro Musical]


Wolfgang A. Mozart
La Clemenza di Tito, K 621: Abertura

Duração aproximada 5 minutos
Ano da composição 1791

Em agosto de 1791, seu último ano de vida, Mozart recebeu a encomenda de escrever uma ópera para os festejos da coroação do imperador austríaco Leopoldo II, como rei da Boêmia. Por conta do excesso de trabalho, a partitura foi finalizada em apenas 18 dias. La Clemenza conta a história do imperador romano Tito e da magnanimidade que demonstra diante dos conspiradores que atentam contra a sua vida. Escrita em cima da hora, a “Abertura” não utiliza temas musicais que reapareceriam ao longo da ópera; serve para criar o clima adequado para a ocasião — formal, porém festivo.


Johann Nepomuk Hummel
Concerto para Trompete em mi maior

Duração aproximada 17 minutos
Ano da composição 1803

Aluno de Mozart, rival de Beethoven e amigo de Haydn (graças a quem conheceu Anton Weidinger, trompetista austríaco que criou o trompete com chaves, em 1793), Johann Nepomuk Hummel foi um pianista compositor e professor de piano de enorme reputação em sua época. Ironicamente, contudo, suas obras para teclado estão hoje esquecidas, e sua peça mais executada é esse Concerto para Trompete, ao qual ele não atribuiu número de Opus, e que ficou na obscuridade até ser desencavada, em 1958, por um estudante de Yale. Com a típica estrutura dos concertos clássicos, a obra demonstra a invenção melódica e o gosto pelos floreios que caracterizam o compositor. Incluindo a citação de um tema da ópera Les Deux Journées (1800), de Luigi Cherubini (1760-1842), o final é especialmente virtuosístico, deixando adivinhar o alto domínio técnico do intérprete ao qual a obra foi dedicada.


André Jovilet
Concertino para Trompete

Duração aproximada 11 minutos
Ano da composição 1948

Depois do concerto de Hummel, o repertório para trompete solista sofre um lapso: não há grandes obras românticas para o instrumento, cuja utilização acontece mais no âmbito de peças sinfônicas ou óperas. É apenas no século XX, no pós-guerra, que compositores de renome voltam a se interessar por ele como instrumento solista. Sintomático desse novo despertar da literatura para trompete é o Concertino escrito em 1948 por André Jolivet, autor francês que foi o único aluno europeu aceito por Edgar Varèse (1883-1965). Em 1936, com Olivier Messiaen (1908-92), Daniel-Lesur (1908-2002) e Yves Baudrier (1906-88), formou o grupo vanguardista conhecido como La Jeune France e, entre 1945 e 1959, destacou-se como diretor musical da Comédie Française, escrevendo 14 partituras para peças de Molière, Racine, Sófocles, Shakespeare e Claudel. Com o final da Segunda Guerra, Jolivet buscou uma síntese entre o experimentalismo e uma linguagem mais acessível, da qual o breve Concertino, dotado de importante parte para piano, e de inegável sabor neoclássico, pode ser considerado um exemplo.


Pyotr I. Tchaikovsky
Sinfonia nº 6 em si menor, Op.74 — Patética

Duração aproximada 46 minutos
Ano da composição 1893

Em fevereiro de 1893, em carta ao sobrinho Vladimir Davydov, Tchaikovsky se referia àquela que seria sua derradeira, mais ambiciosa e difundida criação sinfônica: a Patética (do russo Patetítcheskaia, cujo significado está próximo de “apaixonado” e “emocional”). A estreia, sob a regência do próprio compositor, em outubro de 1893, foi um sucesso — o último de sua carreira. Nove dias depois, Tchaikovsky faleceria, deixando uma série de indagações sobre as causas de sua morte e o programa oculto da Patética. Para alguns, o compositor simplesmente se descuidou e foi vitimado pelo cólera. Para outros, com medo de ter sua homossexualidade revelada, ele teria tirado a própria vida — e a partitura seria, assim, um “bilhete suicida”. A obra foi dedicada ao sobrinho, pelo qual supostamente nutriria uma paixão platônica. Há ainda quem diga que a obra é uma reflexão acerca do poder do destino sobre a vida e a morte. Tal interpretação aproximaria a peça da Quarta e Quinta Sinfonias, que teriam programas semelhantes. Reunindo felicidade melódica, orquestração brilhante, apelo emocional e retórica eloquente, as três sinfonias “do destino” de Tchaikovsky são as mais executadas e ouvidas.

Resumos baseados nos originais escritos pelo jornalista Irineu Franco Perpétuo para o programa de concertos da Osesp.


Louis Langrée regente - Última vez com a Osesp em maio de 2009

Diretor musical de quase todas as edições do Mostly Mozart Festival em Nova York desde dezembro de 2002, Langrée exerceu a mesma função na Filarmônica de Liège, com a fez uma turnê por Paris, Viena e Genebra. Trabalhou com orquestras como a de Paris, a Suisse Romande; as filarmônicas de Londres, da Rádio da Holanda, de Câmara da Alemanha, de Tóquio, além das Sinfônicas de Houston, Baltimore, Dallas, da Rádio Finlandesa e da Cidade de Birmingham e das orquestras do Teatro alla Scala de Milão, Opéra Comique de Paris, da Academia de Saint Martin in the Fields, de Câmara da Escócia, e Giuseppe Verdi de Milão. Apresentou-se em festivais como Aix-en-Provence, Spoleto, Drottningholm, Les Chorégies d’Orange, Wiener Festwochen e BBC Proms. Atuou como diretor musical da Orquestra de Picardie, da Ópera Nacional de Lyon e da Turnê do Glyndebourne. Por sua atuação em Fidelio de Beethoven no Glyndebourne Opera em 2001, recebeu, em conjunto com Simon Rattle, o Prêmio de Melhor Realização Musical para Ópera pela Royal Philharmonic Society. Sua discografia inclui, entre outras, obras de Berlioz com Véronique Gens e a Ópera Nacional de Lyon para o selo Virgin Classics e, para o selo Accord/Universal, o Concerto para Violoncelo de Schumann e os Concertos para Piano de Schulhoff com a Orquestra Filarmônica de Liège. Muitas de suas gravações ganharam prêmios, entre os quais Victoire de la Musique, Diapason d’Or e Gramophone.


Ole Edvard Antonsen
trompete - Primeira vez com a Osesp

Considerado um dos mais destacados instrumentistas da atualidade, venceu o Concurso Internacional de Execução Musical de Genebra (1987) e a Competição Unesco em Bratislava (1989). Após estes prêmios, deixou a Filarmônica de Oslo e deu início à carreira como solista. Trabalhou com as orquestras do Museu de Frankfurt, das rádios de Berlim, Ljubljana, Noruega, Estocolmo, de câmara Musica Vitae, Australiana, Inglesa, de Israel, Heilbronn (Baden-Württemberg), Sinfonietta de Kioi Tokyo, Quinteto de Metal Spanish Brass Luur Metalls (SBLM); as filarmônicas de Turku, Berlim, Bergen, Sendai, Tchecoslováquia, Dresden, Bremen; as sinfônicas de Atlanta, Berna, Stavanger, Tóquio, Aalborg, BBC (escocesa e inglesa). Apresentou-se sob a regência de maestros como Jiří Bělohlávek, Mariss Jansons, Kent Nagano, Joel Levi e Jeffrey Tate. Devoto da música contemporânea, estreou mais de 40 obras compostas especialmente para ele. Participou de festivais em Flandres, Istambul, Kings Lynn (Norfolk), Ludwigsburg, Rheingau e Schleswig-Holstein. A notável versatilidade de Antonsen resultou em inúmeras colaborações de sucesso com musicistas de pop, rock e jazz, como John Miles, Level 42, Mark King, Lisa Stansfield, Willem Breuker Kollektif, Christian Lindberg e Roar Engelberg. Foi solista em mais de 60 diferentes produções de CDs de todos os gêneros. O CD Tour de Force (1991-92), inspirado em rock, vendeu mais de 140 mil cópias somente na Noruega. Sua discografia inclui ainda Absolute — Contemporary Music (2004); Frelsesarmeens Juleplate — The Christmas CD of The Salvation Army (2004), The Golden Age of the Cornet; Nordic Trumpet Concertos (BIS, 2005) e Landscapes, seu mais recente lançamento.



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