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Violinista canadense Leila Josefowicz volta a tocar com a Osesp (8/9/2010)

Ganhadora de um prêmio Diapason D´Or, um Grammy e um Prêmio Echo, a violinista Leila Josefowicz volta ao palco da Sala São Paulo esta semana para se apresentar ao do jovem maestro James Gaffigan, de 31 anos, que assume na próxima temporada os cargos de regente titular da Orquestra Sinfônica de Lucerna e de regente convidado da Filarmônica da Rádio Holandesa.

Nos concertos de quinta (dia 9), sexta (dia 10) e sábado (dia 11), o repertório inclui a Marcha para a cerimônia turca de O burguês fidalgo, de Lully, o Concerto para violino de John Adams e a Sinfonia em dó maior, D 944 – A grande, de Schubert.

Ainda esta semana, há duas apresentações de música de câmara pela Série Um Certo Olhar. Um grupo formado por músicos da Osesp interpretará o Octeto de cordas de Johan Svendsen e a obra Last round, do compositor argentino Osvaldo Golijov, que vem a São Paulo no final do mês para ser o compositor residente da Osesp por uma semana.

Prepare-se para o concerto.
Veja abaixo informações sobre as obras e currículos do mestro e da solista, em textos gentilmente cedidos pela Osesp. Assista também à violinista em performance recente e também aos nove anos de idade.

[Vídeos - Leila Josefowicz]


Jean-Baptiste Lully
Florença (Itália), 28 de novembro de 1632 / Paris (França), 22 de março de 1687

O burguês fidalgo: Marcha para a cerimônia turca
Duração aproximada: 3 minutos / Ano da composição: 1670

A França do século XVII vivenciou uma era de intensa atividade artística e intelectual, que revolucionaria todo o modelo de cultura ocidental. Uma das mais preciosas manifestações dessa era foi a colaboração entre o dramaturgo Molière (1622-73) e o compositor Jean-Baptiste Lully em uma série de espetáculos designados como comédies-ballets (literalmente, “bailados cômicos”), nos quais o texto falado era interrompido por números dançados. Entre os diversos espetáculos que a dupla dedicou ao gênero, O burguês fidalgo foi recebido com imenso sucesso pela corte, estreando em outubro de 1670. A aristocracia francesa se divertiu com a história do comerciante Jourdain enganado pela filha, Lucile, que se apaixona pelo jovem de classe-média Cléonte. Para poder desposar sua amada, o jovem se faz passar por um príncipe turco (única maneira de Jourdain lhe conceder a mão da filha). A aventura é encerrada de forma bem-sucedida para o jovem casal ao som da solene Marcha para a cerimônia turca.


John Adams
Worcester (EUA), 15 de fevereiro de 1947

Concerto para violino
Duração aproximada: 33 minutos / Ano da composição: 1993

No universo cultural dos EUA, o jazz é a base do que se convencionou chamar de American music. Além de um impacto avassalador para além das fronteiras norte-americanas, a questão foi também debatida no âmbito da American classical music. Apesar de o compositor Charles Ives estar inexoravelmente ligado aos primórdios da música clássica “genuinamente” norte-americana, esse conceito viria a se firmar apenas na década de 1960, com o surgimento da versão musical do minimalismo. Tendo Nova York como epicentro, o minimalismo surge como movimento de oposição e resistência às vanguardas européias e de convergência entre as múltiplas facetas da pop art. Aqui, todo o processo de composição tem como ponto de partida a repetição e a transformação gradual de pequenos fragmentos musicais. Esse processo está na base do Concerto para violino e orquestra de John Adams, compositor pertencente à segunda geração minimalista (na qual se inclui também Philip Glass). A peça foi composta em 1993, por encomenda do New York City Ballet para o espetáculo Adams Violin Concerto.


Franz Schubert
Alsergrund (Áustria), 31 de janeiro de 1797 / Viena (Áustria), 19 de novembro de 1828

Sinfonia em dó maior, D 944 – A grande
Duração aproximada: 50 minutos / Ano da composição 1825-28

Schubert era 27 anos mais jovem do que Beethoven, e foi terrivelmente influenciado pela criação do compositor alemão. Apesar de sua breve vida, Schubert é compositor de diversas obras, dentre as quais se destacam as sinfonias. Em 1825, Schubert inicia os esboços de sua nona sinfonia já sabendo que Beethoven havia modificado o universo musical. Pensando nisso, cria uma composição gigantesca e de alta complexidade. Schubert jamais ouviu sua própria sinfonia, devido ao fato de os músicos a acharem muito difícil de ser tocada. Apenas dez anos após sua morte, Schumann resgatou o manuscrito dessa sinfonia, para que ela fosse estreada em Leipzig, sob a regência de Mendelssohn. O apelido “A grande” traduz suas proporções musicais e também a diferenciam da Sinfonia nº 6, também composta em dó maior.


James Gaffigan regente
Primeira vez com a Osesp

Nascido em Nova York, estudou no La Guardia High School of Music and Art e na Juilliard School. Formou-se pelo Conservatório de New England e obteve o título de mestre em música regendo na Shepherd School of Music da Rice University, em Houston. Recebeu o primeiro prêmio no Concurso Internacional de Regência Sir Georg Solti, em 2004, em Frankfurt (Alemanha). Desde então, já esteve à frente da Orquestra Filarmônica de Munique, da Deutsches Symphonie Orchester, City of Birmingham Symphony Orchestra, Tonhalle e Sinfônica de Bournemouth, além das orquestras de Stuttgart e da Rádio de Leipzig. Gaffigan trabalhou como maestro assistente de Michael Tilson Thomas na Sinfônica de São Francisco e também com Franz Weser-Möst na Orquestra de Cleveland. Nos Estados Unidos, já se apresentou com as orquestras da Filadélfia, de Chicago, St. Louis, Cincinnati, Houston, Baltimore, New Jersey, Colorado e Oregon. Foi diretor musical da Orquestra CityMusic Cleveland, com a qual gravou obras de Mozart, Stravinsky e Margaret Brouwer. Também trabalhou com a Ópera de Zurique nas montagens de Don Giovanni, de Mozart, La Bohème, de Puccini, e Falstaff, de Verdi. Em 2010, regeu Così fan tutte, de Mozart, com o maestro Charles Mackerras, a Orchestra of The Age of Enlightenment e o coro Glyndebourne, durante o festival anual de ópera do teatro Glyndebourne, na Inglaterra. Ainda neste ano, além dos concertos com a Osesp, apresenta-se com as orquestras Sinfônica de Cincinnati, Nacional da Bélgica, Filarmônica de Munique, Staatskapelle Dresden e a Sinfônica de Stuttgart. James Gaffigan foi nomeado regente titular da Orquestra Sinfônica de Lucerna e regente convidado da Filarmônica da Rádio Holandesa, cargos que passa a ocupar na temporada 2011-12.

Leila Josefowicz violino
Última vez com a Osesp em dezembro de 2005, com o Concerto nº 1 de Shostakovich

Formada pelo Curtis Institute of Music (Filadélfia), onde estudou com Jaime Laredo e Jascha Brodsky. Seu repertório é voltado para compositores contemporâneos, como John Adams, Esa-Pekka Salonen e Thomas Adès, que escreveram obras especialmente para a violinista canadense. Já interpretou o Concerto para violino de Adams (que apresenta com a Osesp) no Carnegie Hall, sob regência do próprio compositor. Sua atual temporada inclui concertos no Wigmore Hall (Londres), no Gewandhaus de Leipzig, a estreia do Concerto para violino de Esa-Pekka Salonen com a Philharmonia Orchestra, em Lisboa, além de apresentações com a Orquestra Nacional Escocesa, as sinfônicas da Radio Finlandesa e de Londres e a Royal Concertgebouw, de Amsterdã. A estreia de Leila Josefowicz no cenário internacional se deu no Carnegie Hall, em 1994, quando interpretou os concertos de Tchaikovsky e Sibelius com a Academy of St. Martin in the Fields e o maestro Sir Neville Marriner. Gravado pelo selo Philips Classics, a apresentação lhe rendeu o prêmio Diapason d’Or, da revista francesa Diapason. Seu CD com a peça Road Movies, também de John Adams, pelo selo Nonesuch, recebeu um Grammy em 2004, e a gravação do Concerto nº 1, op.99, de Shostakovich, com a Orquestra Sinfônica da Cidade de Birmingham, sob a regência de Sakari Oramo (Warner Classics), recebeu o prêmio Echo 2007. Nesse mesmo ano, gravou o Concerto para violino, de Oliver Knussen, regido pelo próprio compositor com a Sinfônica da BBC, pela Deutsche Grammophon.



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