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Contralto francesa Nathalie Stutzmann canta com Osesp na “3ª Sinfonia” de Mahler (6/10/2010)

A contralto Nathalie Stutzmann, presente em muitas temporadas de música em São Paulo, sempre com ótimas interpretações, retorna à Cidade para a Sinfonia nº 3 de Gustav Mahler, na Sala São Paulo, com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, as vozes feminias do Coro da Osesp e do Coro Infantil da Osesp, totalizando quase duzentos músicos no palco sob regência do maestro costarriquenho Giancarlo Guerrero.

Nathalie Stutzmann, que esteve com a orquestra pela última vez em 2008 na Sinfonia nº2 - Ressurreição, também de Mahler, nasceu em Paris e estudou piano e fagote, antes de se dedicar à música vocal sob orientação de sua mãe, a soprano Christiane Stutzmann. Posteriormente, deu continuidade a seu aprendizado na Escola de Arte Lírica da Ópera de Paris e, por fim, com o baixo-barítono alemão Hans Hotter. Com mais de 75 gravações, a maior parte pelo selo RCA, Nathalie Stutzmann tem se destacado por suas interpretações do Lied alemão e da mélodie francesa. Premiada com o Deutsche Schallplatten Kritik, o Diapason d’Or, o Japan Record Academy Prize e o Grammy, desde 1994 tem feito gravações e se apresentado em recitais com a pianista sueca Inger Södergren. Nathalie Stutzmann já trabalhou com Riccardo Chailly, Christoph von Dohnanyi, John Elliot Gardner, Seiji Ozawa e Simon Rattle, apresentando-se com as orquestras Filarmônica de Berlin, Staatskapelle Dresden, de Paris, do Concertgebouw de Amsterdã, Solistas Barrocos Ingleses e as sinfônicas de Boston e Londres, entre muitas outras. Em 2009, fundou sua própria orquestra de câmara, Orfeo 55, com a qual se apresenta como cantora e regente. O principal repertório da orquestra é voltado para a música do século XVIII. Em setembro deste ano, Nathalie gravou o primeiro disco com a Orfeo 55, com obras de Antonio Vivaldi, pelo selo Universal. Recentemente, foi convidada por Simon Rattle para acompanhar a Orquestra Filarmônica de Berlim nas homenagens do centenário de Gustav Mahler, em 2011, interpretando as Sinfonias nº 3 e nº 8 do compositor austríaco.

O maestro Giancarlo Guerrero nasceu na Costa Rica, e estudou nas universidades de Baylor, no Texas, e Northwestern, em Chicago. Entre 1999 e 2004, foi diretor musical da Eugene Symphony (Oregon) e recentemente assumiu o mesmo cargo na Sinfônica de Nashville. Guerrero tem contribuído para a divulgação da música das Américas, de compositores como John Adams, John Corigliano, Osvaldo Golijov, Jennifer Higdon, Michael Daugherty e Roberto Sierra. Em 2009, lançou disco pela Naxos com a obra de Michael Daugherty, com a Orquestra Sinfônica de Nashville. Atuou como regente convidado das orquestras Gulbenkian, de Lisboa, Royal Scottish National, de Cleveland e Filadélfia, da Filarmônica de Los Angeles e das sinfônicas de Baltimore, Dallas e Seattle. Guerrero trabalha regularmente com a Ópera Lírica da Costa Rica e, em temporadas recentes, regeu novas produções de Carmen (Georges Bizet), La Bohème (Giacomo Puccini) e Rigoletto (Giuseppe Verdi). Em 2008, fez a estreia australiana da ópera em um ato Ainadamar, de Osvaldo Golijov, com a Adelaide Festival Orchestra. Em junho de 2004, Guerrero recebeu o prêmio Helen M. Thompson da LigaAmericana de Orquestras, em reconhecimento pela sua atuação destacada entre os jovens regentes do país. Na temporada 2010-11, Guerrero estará à frente da Osesp e das sinfônicas da cidade de Kansas, Simon Bolívar e de Adelaide (Austrália), das filarmônicas de Bruxelas e Cleveland e da Nacional da Costa Rica, em concerto especial para celebrar o 70º aniversário da orquestra.

Veja abaixo texto sobre a Sinfonia nº 3 de Mahler, gentilmente cedido pela Osesp

Gustav Mahler
Kaliště, República Tcheca – 7 de julho de 1860 / Viena, Áustria – 18 de maio de 1911

Sinfonia nº 3 em Ré Menor
Duração aproximada: 99 minutos / Ano da composição: 1895-96

Uma boa maneira de ouvir as primeiras obras de Gustav Mahler, indo além da grandiosidade e das belas melodias, é pensá-las como um desafio ao mundo e à cultura de sua época, quando jovens músicos buscavam maneiras de criar música pós-Beethoven. O próprio compositor, segundo o autor Constantin Floros, explica sua obra ao dizer que “chamar a Terceira de ‘sinfonia’ é na verdade incorreto, pois ela não segue a forma sinfônica usual. Em minha opinião, criar uma sinfonia significa construir um mundo com todos os meios disponíveis. O conteúdo constantemente novo e dinâmico determina sua própria forma”.

Composta nos verões de 1895 e 1896, durante as férias que garantiam ao atarefado regente o tempo necessário para a criação, a Terceira Sinfonia estreou em 1902, com a habitual rejeição do público e da crítica. Repleta de citações e intenções musicais, literárias e filosóficas, a obra faz referências à Nietzsche, Shakespeare e uma infinidade de divindades mitológicas. “Minha sinfonia será diferente de tudo o que o mundo já ouviu! Toda a natureza fala nela, contando segredos profundos que só podemos intuir em sonhos!”.



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