OSB lembra relação de Darius Milhaud com o Rio de Janeiro em concertos especiais

por Redação CONCERTO 16/12/2015

A Orquestra Sinfônica Brasileira faz três apresentações no fim de semana. Nos dias 18 e 19, a OSB toca na Sala Cecília Meireles, onde realiza dois programas especiais. Com participação do Conjunto Calíope e regência de Marcelo Ramos, é apresentado um repertório que realiza uma ponte entre o Rio de Janeiro e Paris, com base nas obras de Heitor Villa-Lobos e Darius Milhaud. Primeiro, é executado o Noneto, do brasileiro – obra do início da carreira do compositor carioca, seu Noneto é fortemente influenciado pela música das vanguardas europeias, refletindo a experiência de sua primeira viagem ao Velho Continente.

 

Depois é a vez do francês Darius Milhaud, cuja trajetória foi decisivamente influenciada pelo Rio de Janeiro durante seu tempo na cidade como secretário do então embaixador francês no país, o poeta Paul Claudel. Essa identificação de Milhaud com o Rio será demonstrada pela OSB em cinco peças, A criação do mundo, o balé O homem e seu desejo, e três de suas Pequenas sinfonias: A primavera, Pastoral e Serenata. Leia mais sobre a relação de Milhaud com o Brasil na entrevista da edição de dezembro da Revista CONCERTO, com Manoel Corrêa do Lago (disponível aqui para assinantes).

Museu do Amanhã
A Orquestra Sinfônica Brasileira ainda faz no fim de semana um concerto gratuito, em comemoração à abertura do Museu do Amanhã. A apresentação acontece na Praça Mauá, no domingo, dia 20, às 20h. Sob regência do maestro Roberto Minczuk, a OSB realiza um programa com composições de Richard Strauss, Gustav Holst, Beethoven, Villa-Lobos, e John Adams, entre outros.

[Veja mais no Roteiro Musical: Sala Cecília MeirelesMuseu do Amanhã]

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