Trio Barroco toca sonatas italianas no Centro Cultural São Paulo

por Redação CONCERTO 13/06/2011

Na terça-feira, dia 14 de junho ao meio-dia e meia, o Trio Barroco se apresenta na série Concertos ao meio dia, com entrada franca, no Centro Cultural São Paulo. No programa, as sonatas para oboé e contínuo dos compositores Alessandro Besozzi, Giuseppe Sammartini, Francesco Geminiani e a sonata Il Pastor Fido op. 13 de Vivaldi, além da Sonata para oboé e violoncelo de Giovanni Benedetto Platti.

 

Formado por instrumentistas da mais alta qualidade, que além do trabalho de câmara desenvolvem carreiras de sucesso em seus instrumentos, o Trio segue uma formação recorrente no período Barroco e apresenta aqui obras de referência do barroco italiano.

O oboísta Alexandre Ficarelli é professor de oboé do Departamento de Música da Universidade de São Paulo. Estudou na Escola Superior de Música e Artes Dramáticas de Stuttgart, na Alemanha, e tocou com grupos como a Deutsche Kammerakademie Neuss, Stuttgarter Kammerorchester, Bachakademie e Bach Collegium Stuttgart. Desde 1996 é primeiro oboé da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, além de membro da Camerata Aberta.

O cravista Sérgio de Carvalho formou-se pela Unicamp e estudou com Helena Jank, Elisa Freixo e Maria Lúcia Nogueira. Já participou do Festival de Verão da Academia Bach de Stuttgart e do Seminário de Música Antiga de Buenos Aires. Desde 2001 é cravista e organista convidado da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.

Dimos Goudaroulis, violoncelista que recentemente realizou turnê com seu violoncelo piccolo barroco e acaba de lançar CDs com as Suítes de Bach, estudou em Thessalônica, na sua Grécia natal, e depois em Paris. Dimos dedica-se à interpretação historicamente orientada da música antiga, pesquisando e divulgando o repertório violoncelístico do período barroco e clássico. Em 2003 recebeu o Prêmio Carlos Gomes de melhor solista; em 2008 sua gravação das três primeiras Suítes para violoncelo solo de Bach receberam o Prêmio Bravo-Prime de Cultura, como melhor CD de música erudita do ano. Com Nicolau de Figueiredo no cravo, gravou o álbum duplo “O tenor perdido”, com a primeira gravação mundial de obras para violoncello piccolo de quatro cordas.