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Sexta-Feira, 20 de Outubro de 2017.
 
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Orquestra Sinfônica Simón Bolívar da Venezuela (Cultura Artística e Dell'Arte)
Gustavo Dudamel
Dia 6: Carreño (Margariteña), Villa-Lobos (Bachanas nº 2) e Berlioz (Sinfonia fantástica).
Dias 7 e 10: Mahler (Sinfonia nº 9)
Sala São Paulo (dias 6 e 7 de julho); Theatro Municipal do Rio de Janeiro (dia 10 de julho)
   
Número de votantes: 26
Média: 9,5
Conceito:
   
Comentários:  
Vitor Seravalli Gustavo Dudamel mostrou seu reconhecido talento à frente de uma competente orquestra. Gostei especialmente da interpretação das Bachianas brasileiras nº 2. Difícil mesmo é compreender o motivo de tantas cadeiras vazias na platéia.
   
José Luiz Orquestra espetacular, precisão impressionante. Nunca ouvi a Sinfonia Fantástica tocada assim.
   
Roberto Orquestra enorme, de extrema precisão e clareza. Foi uma Sinfonia Fantástica realmente boa.
   
Viviane Carnizelo A Orquestra Simón Bolívar estava em uma noite gloriosa. Naipes bem timbrados quando em conjunto estavam tão bonitos quanto os pequenos solos do decorrer na Nona de Mahler. É uma orquestra de pianíssimos encantadores e precisos, bem como de fortíssimos cheios e sonoros, que fizeram a Sala reverberar. Gustavo Dudamel é um artista único, de um carisma indescritível, que embalou, na energia de seu gesto, não apenas a orquestra, mas um público inebriado por sua música e seu silêncio.
   
Enrique Assisti dia 7, a 9ª de Mahler. Una grande orquestra regida por um prodígio como Dudamel. Ele regeu os mais de 80 minutos dessa monumental sinfonia sem partitura!!! e sem errar uma única entrada!!! Foi verdadeiramente comovedor o adagio final.
   
Giovanni Delboni Dudamel consegue extrair de sua orquestra grande liricidade e muitos momentos de magia em qualquer obra que tenha sua regência. Porém na Fantástica de Berlioz ele deu um brilho especial e exprimiu para junto com a orquestra uma paixão, que acredito que Berlioz adoraria ter escutado. Na Bachiana Nº 2 de Villa lobos, em forma camerística, regendo sem batuta, ele mostrou que também admira e com isso homenageou um dos maiores compositores brasileiros de uma forma muito apaixonante. Em Margaritena de Carreno ele colocou todo seu charme latino e deixou a orquestra bem segura para tocar uma obra que está na vida desta orquestra há anos. No segundo dia tivemos um dos pontos altos deste ano no Brasil, que foi a Sinfonia Nº9 de Gustav Mahler. Dudamel com uma segurança esplendorosa, conseguiu extrair de sua orquestra todas as nuances desta obra magnífica de Mahler. Em um final magnífico, Dudamel esperou por volta de um minuto para abaixar a mão, toda a plateia em silêncio, e assim fazendo o mesmo o que fez Abbado, regendo a mesma sinfonia no Festival de Lucerna. Um dos grandes concertos de 2014. Inesquecível.
   
Auro Augusto De Araujo Assisti ao concerto da Orquestra Sinfônica Símon Bolívar sob regência de Gustavo Dudamel no dia 6 em São Paulo e creio ter ouvido uma das melhores interpretações da Bachianas Brasileiras No. 02 de Villa Lobos. Vistuosíssimos, ótima sonoridade e interpretação. Dudamel só pecou em não ter tocado nenhum Bis, o que não desmerece sua apresentação.
   
Marise roselaine passos vieira dos santos Ele e um regente inovador unde sua batuta e seu olhar combinam e faz com que, mesmo quem nao entenda de regencia, vai entender pois suas expressoes sao incriveis,tratase de um inovador,ele e o maximo,pois ja o conhecia atraves de videos
   
Ailcto Mendes Novaes Eu e minha esposa temos participado dos concertos internacionais aqui na cidade São Paulo e sempre aplaudimos muito animados no final do concerto e na maioria dos casos havia bis, demonstrando reciprocidade e elegância, mas o Sr. Maestro Dudamel, parece desconhecer a emotividade latina...???lamentável, nunca mais queremos assistir concertos com maestros assim...vivendo e aprendendo. Grato!
   
Reuel Formaggi da Silva Foi um belo concerto. Ótima performance da Orquestra Simón Bolívar e do maestro Gustavo Dudamel, que me impressionou regendo a sinfonia de Mahler de memória e dando as entradas para todos os instrumentos.
   
   

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