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Terça-Feira, 12 de Dezembro de 2017.
 
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Votação encerrada


Ópera “Salomé”, de Richard Strauss (Temporada 2014 TMSP)
Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo
John Neschling, regente
Livia Sabag, direção cênica
Com Nadja Michael e Annemarie Kremer (Salomé); Peter Bronder e Jürgen Sacher (Herodes); Iris Vermillion e Alejandra Malvino (Herodias); Mark Steven Doss e Michael Kupfer; Stanislas de Barbeyrac e István Horváth (Narraboth)
Theatro Municipal de São Paulo, dias 6, 9, 11, 14, 16, 18 e 20 de setembro
   
Número de votantes: 154
Média: 8,9
Conceito:
   
Comentários:  
Francisco Espetáculo ótimo! Grande performance dos cantores e da orquestra. Parabéns!
   
Henrique Salvador S. Panzarelli Ótimo espetáculo, nas direções musical e artística e no desempenho dos cantores.
   
Marcelo Lábaki Agostinho Montagem muito legal, cantores ótimos, especialmente a cantora que fez a Salomé na estreia.
   
sergio musicalmente boa, faltou a tensao que a musica exige na encenaçao. agradavel mas nada de especial
   
Carlos Alberto Silva Estive na estréia da Salomé e sai relamente impressionado. Já havia lido sobre os cantores, que são considerados mundialmente os principais interpretes desta obra, tendo cantado nas mais famosas salas no velho e novo continente. Nadja Michael é simplismente fantástica! Tem uma voz imensa e interpreta a personagem com uma intimidade única. Vê-se que ela já cantou e encarnou diversas vezes, o que lhe dá liberdade musical e cênica. Pensa somente na música, não na enorme dificuldade técnica que o papel lhe imprime. Peter Bronder também é fantástico. Lembro dele na brilhante participação como Mime no Ouro do Reno feito ano passado no Theatro, personagem este que ele cantou na montagem do ciclo do Anel no Proms de 2013 com Daniel Barenboim e a Staatskapelle Berlin. Tinha grandes espectativas as quais foram mais que alcançadas. Ele conduziou um Heródes maniaco, pertubado, como deve ser. Grande ator e enorme domínio da difícil partitura. Parabéns aos Judeus que tem uma parte complexa para cantar, aos pagéns e todos os membros do Coral Lírico que foram muito bem. Gostaria de mencionar em especial a Orquestra Sinfônica Municipal. Foi fantástica, sem nenhum porém! As cordas estão soando muito bem, com especial parabéns aos violoncellos e contrabaixos, que como frequentador assíduo, percebi que houve enormes progressos. Foram precisos e juntos, como a maquinaria de um relógio suíço. Bravo as violas, que devido à enorme orquestração, pouco se pode ouvir, mas os solos que Strauss lhes deu, foram belamente executados. Os violinos realizaram com bravura e virtuosismo os desafios da partitura. Bravo aos sopros, especialmente aos oboés. Metais também se saíram muitíssimo bem. Percussão idem. Bravo orquestra! Saí muito satisfeito e vejo que nossa cidade já esta entre o roteiro das principais salas de ópera não somente da américa latina, mas sim, do mundo.
   
Paulo Sousa Carvalho Os cantores cobertos pela orquestra. encenaçao fraca e chata.
   
oswaldo luiz silva neto Muito linda a peça uma das melhores que ja vi, a orquestra esta fantástica, PARABÉNS para todos. Só deveria ter a presença de mais policia na porta e no entorno para maior segurança contra a ação dos cambistas e guardadores de veículos que chegam a nos constranger com a taxa de 30,00 por veículo, estacionamento nem pensar custa 40,00. Obs: Cade os organizadores, ja que não podemos contar com o poder publico.
   
lucas ibelli Muito boa, uma das melhores montagens dos últimos 3 anos. Destaque para a soprano Nadja Michael em sua performance, sem esquecer também da impecável regência de John Neschling.
   
Carla Kerr Olá! Venho assistindo todas as óperas desde 2013, todas as récitas com o primeiro elenco, e esta montagem foi a melhor que vi. Orquestra vigorosa, solistas impecáveis e equilibrados técnica e artisticamente entre si, tornando o resultado equilibrado e fascinante. A dramaticidade da obra aliada ao inspirado desempenho da orquestra e solistas conferiu uma tensão crescente na primeira metade da récita, chegando ao extremo a partir da segunda metade, com apropriado destaque para a exuberante Nadja Michael que parece ter nascido para ser Salome, assim como Maestri nasceu para ser Falstaff. A interpretação de Michael, aliada a um corpo tonificado, com quadris infantis perfeitamente adequados a uma personagem de 16 anos, mas com busto e voz de uma mulher cheia de caprichos e volúpia tornou-a absolutamente perfeita para o papel. Neschling e toda a equipe, BRAVI!
   
Enrique Carretero Vi a recita de hoje, 14/09, e achei ESPETACULARMENTE FANTÁSTICA, meus infinitos parabéns e agradecimentos ao maestro John Neschling e a orquestra que estiveram à altura do Olimpo, a todo o elenco e, é claro, à divina Nadja Michael, nunca vi nada igual, e também à posta em cena belíssima, enfim, é um privilégio ter montagens desta qualidade mundial a este preço tão acessível graças à ajuda do Estado e Município.
   
Roberto Cesar Silva Gonzalez Vozes apropriadíssimas aos papéis. Destaque para a voz superior de Nadja Michael, bem como a bela atuação de Peter Bronder.
   
fabiano nascimento produção impecável, cantores afiados, mas musica, nao me empolgou, desculpe-me Strauss
   
Luciano Truzzi Interpretações impecáveis de Nadja, Alejandra e Jürgen, com destaque para o balé e cenários durante a dança dos sete véus...
   
Apolo França Excelente elenco, orquestra. Os solistas eram muito bons. E a harpista foi fantástica.
   
Amélia Medeiros Assisti ontem, 14 de setembro, e esperava mais, sai frustrada. Obrigada!
   
Julia Oliveira MARAVILHOSO!Melhor montagem do ano e melhor espetáculo visto na capital em 2014. Duvido que algo seja mais impressionante do que a Salomé que pude assistir ontem. Solistas perfeitos, orquestra vibrante, cenário lindo. Feliz em ver de perto o renascimento do Municipal de São Paulo com esse nível de qualidade!
   
Claudio A Cesar Fui com a minha família (mãe, irmã e namorada) assistir a peça no dia 9/9. Para minha surpresa, o peça é toda em alemão. Sim, alemão!! Não sei ao certo qual a proporção de público que estava na platéia naquele dia, que falava alemão, mas posso palpitar sem medo de errar, que menos de 10% deve possuir o domínio desse idioma. O pior foi no final, quase 5 minutos de palmas e gritos de "Bravo", para algo que poucos devem ter compreendido. O Rei está nu e ninguém ali estava disposto a avisá-lo...
   
Cleo Brito A melodia é maravilhosa, embora o cenario um tanto sombrio, o que faz parte. Gostei muito
   
Adelaide Cunha Azevedo DECEPCIONANTE... Esperava muito mais!
   
Elisabeth V. De Gennari Porque da fileira C do balcao nobre não é possível ler os letreiros. Opera em alemão e não muito conhecida não pode ser acompanhada sem a tradução. Da fileira C (21) do Balcão Nobre é impossivel ver as personagens quando ficam - e fazem muito isso - do lado esquerdo do palco (o mesmo do balcao). Esses disabores retiraram o brilho da obra. Cantores excelentes!
   
Vitor Seravalli Um espetáculo que mantém o alto nível da temporada até agora. Em minha opinião o desempenho da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo foi o grande destaque, num nível similar ao talento demonstrado por Nadja Michael, quase uma referência no papel de Salomé. Impossível não curtir.
   
Roberto Pancini Estive em duas apresentações, uma com Nadja Michael e outra com Annemarie Kremer. As duas estavam muito bem, cada uma sendo uma Salomé diferente, ambas incríveis. Os outros cantores também são fantásticos! Bravo à orquestra! Incrível como dominaram esta peça que é notoriamente difícil. Parabéns Sinfônica Municipal, vocês nos enchem de orgulho e alegria.
   
Francisco Roberto Macedo Guimaraes Já vi 3 montagens dessa ópera. Em 2003 no próprio TMSP em 2012 em Belém e essa que superou as demais.
   
Fábio Albernaz ABSURDO não ter libreto para todos os pagantes! A acústica do Theatro também não é das melhores, orquestra se ouve muito mais alta e por vezes abafando as vozes dos cantores. À parte estes pontos, excelente montagem e músicos de primeiríssima linha.
   
Ivone C Benedetti Eu poderia ter considerado o espetáculo bom ou ótimo se Annemarie Kremer tivesse mais volume de voz. A Salomé ficou apagada pela massa orquestral. Não que Neshling tenha exagerado, como li em algum lugar. Ao contrário, a orquestra estava impecável, fez exatamente o que precisava fazer com essa partitura concebida dentro da tradição do drama musical alemão. Herodes (Peter Bronder) me pareceu ótimo. O mesmo digo de Iris Vermillion (Herodias). Mark Steven Doss (Jochanaan) cumpriu, não excepcionalmente, mas foi satisfatório. Sobre a montagem: despojada, pertinente. Mas uma coisa me incomodou: João (Jochanaan) foi posto num poço vedado e velado demais. Seria interessante que a voz dele emergisse um bocadinho mais do fundo. Algumas observações sobre o público. Durante a apresentação percebi que muita gente lá, mas muita gente mesmo, nunca tinha ouvido nem visto "Salomé". Algumas pessoas não conseguiram segurar exclamações ou risadas enquanto a protagonista falava do corpo e dos cabelos de Jochanaan. Ou seja, manifestações de surpresa. Caída a cortina, houve alguns segundos de hesitação (parece que havia certa perplexidade no ar), antes de começarem as palmas. Imagino que não deve ser fácil introduzir certas obras no programa destinado a um público cujo espectro operístico vai de Verdi a Puccini, com breve passagem por Bizet.
   
julio pinto Mais um grande espetáculo da temporada lírica do Municipal de S.Paulo.Parabéns e obrigado!
   
Luis Miguel Godalto EXCELENTE! Maravilhosos cantores, cenário, bailarinos e, é claro, a orquestra!
   
regina buongermino pereira Maravilhoso! A ópera é linda e a montagem do Theatro Municipal foi preciosa. Cantores magníficos, com destaque para a exuberância artística de Nadja Michael! Aplausos!
   
Nilza Leite Muito bom! td perfeito. amei.
   
Diva Tibucheski Vilela Bela em sua simplicidade! Orquestra impecável, vozes imponentes, balé interessante e criativo, cenário condizente com a história. Parabéns a todos!
   
Sima Fejguelman Halpern Foi tudo espetacular, desde os solistas, passando pelo ballet (que bela coreografia!), a encenação; a orquestra foi brava, com uma partitura tão complexa. De onde eu estava, platéia, às vezes cobria em volume um pouco trechos dos solistas. Ainda assim, ótimo!
   
João da Silva Ribeiro Neto Os cantores eram muito bons. Gostei do cenário, que lembra a paisagem desértica do Oriente Médio, serviu para criar o "clima". A apresentação corporal, isto é , a atuação cênica dos cantores também foi muito boa. Outra qualidade foi a roupa utilizada pelos personagens, especialmente a representação da sensualidade de Salomé, com aquele tecido esvoaçante e quase transparente. Gostei especialmente dos três intérpretes centrais: Salomé, Iaconaan e Herode.
   
antonio marcio e um pouco violenta fiquei com a alma triste o tema e muito forte
   
   

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São Paulo:

19/12/2017 - Coro Acadêmico da Osesp

Rio de Janeiro:
17/12/2017 - Orquestra Johann Sebastian Rio

Outras Cidades:
13/12/2017 - Recife, PE - Orquestra Sinfônica do Recife
 




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