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Terça-Feira, 12 de Dezembro de 2017.
 
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Votação encerrada


Óperas “Cavalleria rusticana”, de Mascagni, e “Pagliacci”, de Leoncavallo
(Temporada 2014 TMSP)
Orquestra Sinfônica Municipal e Coral Lírico de São Paulo
Ira Levin, regente
Julianna Santos (“Cavalleria”) e William Pereira (“Pagliacci”), direção cênica
Elencos:
“Cavalleria”: Tuija Knihtlä, Elena lo Forte, Giancarlo Monsalve, Marcello Vanucci, Luciana Bueno, Mere Oliveira, Lidia Schäffer e Angelo Veccia.
“Pagliacci”: Walter Fraccaro, Richard Bauer, Inva Mula, Marina Considera, Daniele Zanfardino, Saverio Fiore, Davide Luciano, Norbert Steidl e Luca Grassi.
Theatro Municipal de São Paulo, dias 18, 19, 21, 23, 25, 26, 28 e 29
   
Número de votantes: 157
Média: 9,3
Conceito:
   
Comentários:  
Bruno Ferreira Cavalleria estava sensacional, com uma arte voltada para a época dos gangster, com a presença, inclusive, de um veículo antigo em palco. De modo geral, todo o cenário estava muito belo. Não achei que a orquestra engolia a voz dos atores, apesar de ter ouvido alguns comentários a respeito disso. Vale ressaltar o belíssimo intermezzo. Já "I pagliacci" me surpreendeu do início ao fim. A começar pelo cenário super dinâmico, com várias camadas.A presença de um telão na última "camada", que transmitia as imagens feitas em palco por um cinegrafista-personagem foi um toque de mestre. Vale destaque a cena em que, no telão, há uma imitação de um programa de TV evangélico, achei sensacional. Mais uma vez, achei a orquestra muito bem executada. O único ponto que me causou certo incômodo foi em "Vesti La Giubba" o tenor ter ficado fora de sincronia com a orquestra... não sei se foi proposital, mas não me agradou. Mas é claro que isso não estraga a excelente montagem.
   
Enrique Ótimas montagens. Excelente desempenho do coro. Destaque para a Santuzza da Knihtlä e a Nedda da Mula. As vozes masculinas do primeiro elenco deixaram muito a desejar, principalmente, o tenor Giancarlo Monsalve. Alberto Gazale teve um bom desempenho no papel do Alfio, porém foi muito pobre o seu Tonio. Decididamente não parece um papel para a sua voz.
   
Fabiana Crepaldi A dobradinha verista do Theatro Municipal manteve o bom nível ao qual estamos nos habituando na gestão Neschling, mas apresentou altos e baixos, tanto em relação à montagem quanto ao elenco, nas três primeiras récitas. No elenco da estréia (que também atuou no dia 21), o ponto fraco em Cavalleria Rusticana ficou por conta dos homens, especialmente do Turiddu do tenor Giancarlo Monsalve, que, com uma emissão comprometida, fez jus às vaias que recebeu na estréia. Quanto às mulheres, aí se encontrou o ponto fortíssimo da ópera: a mezzo-soprano Tuija Knihtila, que no ano passado já nos havia brindado com uma excelente Amneris, na ópera Aida. Na estréia, Tuija abusou um pouco dos portamentos, mas no dia 21 ele foi simplesmente perfeita, impecável. Aliando-se a ela, coro e orquestra garantiram um bom resultado. Observo que o elenco da estréia fez uma apresentação morna no primeiro dia e bem mais interessante em sua segunda aparição, no dia 21. No dia 19, com o outro elenco, a situação se inverteu: homens bem melhores, com Marcello Vannucci fazendo um bom Turiddu, e mulheres mais fracas, com a Santuzza de Elena Lo Forte, sua voz irregular e seus vibratos excessivos. A montagem cênica de Maestrini, plasticamente bonita, parece não dar muita importância ao libretto da ópera. Num texto que trata de uma história de honra e traição em meio ao povo rural, de gente simples, quase uma tragédia grega que se passa na Sicília, como substituir um rústico traído por um mafioso? Ou um duelo, após a tradicional mordida na orelha, por uma execução? Associar Sicília a máfia, mesmo sem relação com o enredo, foi abusar de um estereótipo. Na estréia, Pagliacci foi o ponto alto. Inva Mula e Davide Luciano, como Nedda e Silvio, roubaram a cena e levaram a platéia ao delírio. Vozes perfeitas e penetrantes, atores convincentes, cantores excelentes! Infelizmente, o simpático Walter Fraccaro, bom tenor no passado, apesar do grande esforço, não conseguiu se sair tão bem como Canio. O oposto pode ser dito em relação a Ricard Bauer, o Canio do elenco do dia 19. Ele foi soberbo, magnífico e, após "Vesti la giubba", ovacionado pelo público que, secando as lágrimas, não parava de aplaudir, gritar "bravo!" e pedir bis. Para ele foi toda a glória do segundo dia. A montagem de Pagliacci foi a mais inteligente que já vi. Foi a prova de que um diretor competente pode fazer algo criativo e que tenha relação com o libretto, que faça sentido, que valorize a ópera. Cada elemento tinha um sentido. Foi muito pertinente o devido contraste que se criou entre as montagens de Cavalleria, uma história antiga, campestre, e Pagliacci, mais recente e urbana. Coro e orquestra, em boa forma, também são dignos de nota. O coro brilhou. E foi com grande alegria e carinho que o público paulistano recebeu o ótimo maestro Ira Levin, cujo trabalho à frente da Orquestra Municipal, admirado por todos, deixou saudade. Foi bom e justo tê-lo de volta, como convidado. Não sou do tipo de ficar resmungando contra os cantores "importados" e a favor dos nacionais -- coitadinhos, injustiçados! Quero ver coisa boa, qualquer que seja a bandeira. Porém, não posso deixar de perguntar: por que trazer Monsalve do Chile? Tenor do nível dele é fácil de achar, sem ter que pagar nem ônibus. Por que Vannucci, tão melhor, ficou para um elenco que cantará só três vezes? Por que Bauer, em plena forma, com desempenho muito superior ao de Fraccaro, não ficou no elenco da estréia, que cantará mais vezes? Por que não nos foi dado o privilégio de ver Bauer contracenando com a diva Inva Mula e Vannucci que a ótima Tuija Knihtila (elas sim, euros bem investidos)?
   
José Luiz Assisti à estréia e achei as duas óperas bem realizadas, parabéns. Mas não gostei do tenor da Cavalleria Rusticana, de qualidade bem abaixo dos artistas que temos visto no Municipal...
   
Adélia Tudo perfeito, bons cantores (maravilhosa a Santuzza finlandesa) e excelentes montagens nas duas óperas. Ja tinha visto Cavalleria o ano passado com cenàrio surpreendente. Pagliacci, porém, foi incrível, do começo ao fim. Amei. Nunca vi bons montagens como nestas duas temporadas. Parabéns!
   
Diva tibucheski Vilela Achei o cenário da Cavalleria rusticana maravilhoso!!A orquestra espetacular e as vozes lindíssimas!! Quanto a Pagliacci, o que me encantou foi a interpretação do próprio Pagliacci. Que voz! O coral também esteve magnífico. Destaque para a Orquestra Sinfônica Municipal,como sempre,impecável sob a batuta de Ira Levin.
   
Maria Aparecida Alves Excelente
   
Vitor Seravalli Foi a terceira vez que pude assistir estas duas óperas, e isto é um privilégio. Desta vez, embora tenha gostado do espetáculo como um todo, vi alguns pontos que destoaram. Por exemplo, as cenas finais foram um pouco exageradas, e algumas interpretações estiveram abaixo da média, entre alguns outros detalhes. Destaques para o emocionante Canio de Walter Fracaro, e a voz linda de Tuija Knihtlä como Santuzza.
   
Tiago Ópera muito boa!!! Com um elenco maravilhoso!!! Bravoooo!!!!
   
zé roberto valente Grande surpresa a montagem de I Pagliacci. Cavalleria é excelente, eu já tinha visto no ano passado e achei o máximo poder rever nesta temporada. Dobradinha sensacional.
   
sandra larrubia Belíssimas apresentações.
   
Carol Mas porque não uma votação pra cada? 😞 Gostei absurdamente de I Pagliacci, não das duas na mesma proporção...
   
julio pinto No dia 26/10 Walter fraccaro foi o tenor das duas óperas;bem em Pagliacci,não tão bem na Cavalleria. Achei comum o cenário da Cavalleriacom destaque para a Santuzza de Knihtla. Pagliaaacci me agradou muito!Montagem primorosa,excelentes Inva Mula r Davide Luciano;bem o Gazale e ótima a orquestra.
   
Fábio Corà Foi, até aqui, a grande surpresa da temporada de óperas 2014 do Municipal, Richard Bauer emocionou a todos em I Pagliacci.
   
Gustavo Silveira Minha opinião é baseada na emoção que o espetáculo me desperta, em Cavalleria percebi/senti todas as dores, tristezas e tragédias dos personagens, senti as questões de fé e cultura é tudo isso me emocionou muito, foi ótimo. Já no Pagliacci, em minha percepção, grande parte da tensão, drama, desgraça que estavam no canto/música eram diluídos, perdidos mesmo, por conta dos belíssimos elementos circenses, das crianças, do vídeo, e todas outras distrações inseridas, alegres em sua maioria, a música e canto ficavam em segundo plano sem força. A exceção se deu na ária do Palhaço, onde sem cenário e apenas com um espelho, o cantor consegue realmente expor seu talento e a tragédia de seu personagem, bem como a orquestra a força é drama da música. Para mim, foi um espetáculo muito bonito de ver, porém, confuso de sentir. Não percebo que o potencial de tragédia, de desgraça, de ruína humana, tenha sido realmente perseguido nesta produção
   
NELSON PORTELLA O GRANDE PROBLEMA DESTA MONTAGEM DE CAVALLERIA E PAGLIACCI É SOBRETUDO MUSICAL, SEM COERÊNCIA...E ALGUMAS VOZES INADEQUADAS . E UM COMPLETO DESCONHECIMENTO DAS PARTITURAS...A FUNDO ,CLARO...FOI SOLFEJO.... TODO O TEMPO.
   
Eugênia EXCELENTE! MARAVILHOSO!
   
Danielle Bambace Sem dúvida uma noite inesquecível! Apesar da escolha difícil, minha favorita foi Pagliacci. Fica o meu especial parabéns à soprano Inva Mula.
   
Mayra Terzian Vale ressaltar que a "Cavalleria" é uma remontagem conduzida belamente pela Julianna Santos da mesma versão de 2013. A concepção e direção cênica é de Pier Francesco Maestrini.
   
Dionéa Aparecida Franco Luizetto tive a oportunidade de assistir a mesma montagem da Cavalleria ano passado, e desta vez com Marcello Vannucci e a Elena do Forte estava mais autentica, passava mais emoção fora as vozes, coro e orquestra q estas são perfeitas em todas. Já no Pagliacci Richard Bauer arrasou, q voz era aquela q o público mau esperou terminar p ovacioná-lo, bela escolha, Marina Considera tb voz maravilhosa, mais a montagem ficou um pouco a desejar com o video, carregada e muito poluida visualmente.Bom foi o que me passou e fiz questão de comentar, pois tenho assistido a muitas óperas e gostaria de poder continuar comentando. Obrigada pela oportunidade, sou apenas uma admiradora de opera.
   
Bruno Vargas Eu assisti à última apresentação. Parabéns pelas lindas montagens. Cantores regulares exceto as duas sopranos que foram excelentes. Ira Levin melhor não voltar, ele foi péssimo. A orquestra irreconhecível. O Municipal merece mais!
   
Cleonice Pereira de Brito Emocionante
   
Rafael Gomes Já havia assistido Cavalleria ano passado e foi espetacular e assistir novamente e foi melhor ainda.
   
Carlos Assistí ao segundo elenco, e Pagliacci superou Cavalleria, com destaque para o Canio do tenor Richard Bauer, que recebeu os maiores aplausos!
   
Evelyn adorei Pagliasse. Poderia ser o único espetáculo da noite.
   
   

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São Paulo:

14/12/2017 - Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Coro Acadêmico da Osesp e Coro da Osesp

Rio de Janeiro:
17/12/2017 - Orquestra Johann Sebastian Rio

Outras Cidades:
14/12/2017 - João Pessoa, PB - XX Virtuosi - Festival Internacional de Música de Pernambuco
 




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