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Terça-Feira, 12 de Dezembro de 2017.
 
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Votação encerrada


Ópera “Tosca”, de Giacomo Puccini (Temporada 2014 TMSP)
Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, Coro Lírico
Oleg Caetani, regência
Marco Gandini, direção cênica
Elenco: Ainhoa Arteta e Ausrine Stundyte (Tosca); Marcelo Alvarez e Stuart Neill (Cavaradossi); Roberto Frontali e Nelson Martinez (Scarpia); Massimiliano Catellani (Angelotti); Saulo Javan (Sacristão); Luca Casalin (Spoletta).
Theatro Municipal de São Paulo, dias 29 e 30 de novembro, 2, 4, 6, 7, 9, 11 e 13 de dezembro
   
Número de votantes: 177
Média: 8,0
Conceito:
   
Comentários:  
Thiago Cavallini A melhor do ano. Além de ótimas performances dos cantores/atores, a ópera mostra que tem capacidade de diálogo com o público ao trazer a narrativa para os anos 70, de forma genial.
   
Regina Adorei! Parabéns !
   
Ricardo Benamor O Municipal de São Paulo voltou a fazer parte do circuito mundial, devido não apenas à impecável organização, mas também à qualidade dos espetáculos e dos cantores. Stuart Neill abrilhantou a temporada desse ano, como outros grandes nomes!!!! Assisti Tosca neste domingo!! belíssimo espetáculo!
   
Carla Kerr Perfeita! Assisti uma récita com o 1° elenco e seguramente foi a melhor montagem do ano, desbancando a excelente Salomé, em minha opinião. Solistas perfeitos - timbre, potência, coloratura de todas as vozes e interpretação. A combinação de cenário e desenho de luz foi a 10° personagem, mas poderia ter sido a primeira, tamanha sincronicidade de luz e sombra em cada momento da récita. No 1° Ato o destaque ficou com as sombras do teto da igreja e o ofuscamento na entrada do Scarpia. No 2°, cada gesto dos solistas era ricamente projetado em lindas sombras que completavam o cenário e, por fim, no 3° Ato, mais espetáculo, brincando com as sombras da estátua, do guarda armado, da escada, da Floria e do Mario. A orquestra nunca esteve tão vibrante e precisa, com uma regência vigorosa e exuberante. E, finalmente, árias belíssimas, sendo que a última de Cavaradossi, me fez chorar. Estou encantada! BRAVI!
   
Adélia Ótimos cantores, encenação péssima. Regular
   
NILTON DIVINO DADDIO Cantores excelentes, orquestra excelente, mas não dá pra engolir essa "coisa" da ambientação aos tempos modernos. A letra fala em Napoleão e os atores estão de roupinha de cento e tantos anos depois.
   
Mário Carlos Sinceramente, Não gostei da montagem. Tosca tem um momento e o dia é 17 de junho de 1900. Se fala de Napoleão!!! Até quando os diretores do teatros vão permitir esse tipo de descaso com a Obra do Compositor??? Puccini virou na sua cova. E dos cantores na minha opiniao, só esteve bem mesmo a Sra Arteta. Espero ser lido pelos caros colegas espectadores.
   
Regina Salvato O espetáculo só peca pela iluminação e cenografia, Vissi d'arte no escuro e visível parcialmente num palco tão grande é desolador para um soprano empenhadíssimo como Ainhoa Arteta. As vozes da estreia foram estaculares,bem como orquestra e regência.
   
Fabiana Crepaldi Nua, de cócoras e cabeça baixa, a estátua de Maria Madalena, presa à parede da igreja, anuncia o contraponto entre o sagrado e o profano, a religião tradicional e o liberalismo político, antecipando o clima do solo tirânico de Scarpia durante o Te Deum, no fim do primeiro ato. Quando confrontada com o libretto, a escultura não é um quadro e, branca, não tem os olhos azuis da Marquesa Attavanti. Porém, quem for procurar a Madalena na Capela Barberini da igreja Sant'Andrea della Valle, em Roma, também a encontrará sentada, semi nua e esculpida em mármore. Assim segue, com diálogo entre tempos e lugares, entre texto e história, com elementos significativos e algumas contradições ao texto, a montagem da ópera "Tosca" do Theatro Municipal. Em certos momentos senti que a movimentação em cena e o canto foram prejudicados pela montagem. No segundo ato, por exemplo, se foi interessante a divisão da cena em duas salas e calabouço, tornando mais presente a tortura, por outro lado isso resultou em uma acústica inferior à conseguida nos outros atos. No terceiro, embora muito inteligente e bonita a idéia de representar o Castel Sant'Angelo por uma escada, um muro e um anjo estilo Bernini, a iluminação, com grande ênfase à sombra do anjo projetada no fundo, dispersou a cena. No segundo ato, o da tortura, vale destacar uma boa idéia: estão postas na parede, lado a lado, as fotos de um general condecorado e de alguém recebendo a bênção do Papa. Sem distorcer a história e transformar os torturadores em clérigos, está aqui retomado o caráter anti clerical fortemente presente no primeiro ato. O primeiro elenco, constituído por dignos frequentadores das principais casas de ópera do mundo, foi superior ao segundo, tanto vocal quanto cenicamente. Cruel comparação, mas inevitável. No segundo elenco, no domingo dia 30, Stuart Neill e Nelson Martinez foram bem como Cavaradossi e Scarpia, respectivamente. Já a soprano Ausrine Stundyle, apesar do Vissi d'arte, foi uma Tosca irregular e com dicção pouco clara. Comuns a ambos os elencos, Massimiliano Catellani e Saulo Javan saíram-se muito bem como Angelotti e sacristão. O primeiro elenco proporcionou a nós, felizardos que estivemos na récita da terça-feira dia 02/12, um espetáculo memorável, eletrizante. Com o trio de protagonistas absolutamente entrosado, foi uma noite mágica. Marcelo Álvarez, com sua voz privilegiada, deu vida e lirismo a Cavaradossi. Roberto Frontali fez um Scarpia cruel e autoritário. Felizmente, cantor e diretor não caíram na comum armadilha de tornar o personagem vulgar. Ainhoa Arteta mostrou que vive mesmo de arte, fez uma Tosca impecável tanto na representação quanto no canto: brindou-nos com um Vissi D'Arte inesquecível, entregou-se totalmente ao papel, viveu a Paixão de Tosca. A presença do coro foi marcante, sobretudo, na forte cena do Te Deum. Além disso tudo, esteve sempre presente e pungente a música de Puccini -- esse gênio que, como poucos, soube musicar tão bem os dramas humanos. Sob a batuta de Oleg Caetani, a OSM, com dinâmica e expressividade, deu o tom da trama e deixou a música em seu devido lugar de protagonista, e não mera coadjuvante. Chega ao fim de forma gloriosa mais uma ótima temporada, que trouxe momentos preciosos a nós, amantes da ópera. Ao maestro Neschling e à equipe do Municipal, só me resta dar os parabéns pelo trabalho e desejar que nos proporcionem um 2015 tão feliz quanto 2014.
   
Emìlio Donati Os solistas foram excelentes, a regência boa mas eu deixei o teatro insatisfeito e decepcionado. Transportar a ação para a década de 1970 não faz sentido. A direção cênica, cenários e figurinos inadequados prejudicaram a beleza desta obra teatral e parte do público, como resultado, vaiou a equipe de criação. O pecado do Theatro Municipal foi concluir sua ótima temporada lírica 2014 com uma montagem assim. Esta TOSCA,com exceção dos cantores, me decepcionou bastante.
   
Elisabeth V. De Gennari O ponto lamentável da montagem foi a "meia""adaptaçao" da história para a decada de 1970, tendo sido mantido no texto a alusão à guerra napoleônica e uma Tosca envolta em um ridículo casaco de oncinha aguardar por uma carruagem para fugir com seu amado...Péssimo gosto! Ainda chamou atenção a falta das estrelas enquanto Mario cantava que brilhavam e a orquestra cobrir os cantores, especialmente o Conde Scarpia, em várias áreas. Os cantoresótimos!!!
   
Eduardo Apesar dos excelentes cantores e da ótima atuação da orquestra, a direção cênica foi terrível e estragou o espetáculo. Achei muito ruim a ideia de transportar para os anos 1970 uma ópera estritamente ligada à Roma de 1800. Os cenários são escuros e feios e os figurinos deixaram a desejar (dava vontade de dar risada do chapéu com que Tosca aparece no primeiro ato). Por fim, a direção de atores foi também muito fraca. Gandini adora amontar pessoas caoticamente no palco. A sensação foi de poluição visual e desordem, principalmente no "Te Deum" do primeiro ato. Uma pena.
   
Ada Gostei muito dos protagonistas do dia 7/12, mas achei o espetáculo fraco em comparação aos demais (falando em "grandes" óperas, claro). Talvez seu apenas meu ponto de vista, pois não gostei da adaptação para os anos 1970. Particularmente acredito que esse tipo de "modernização" de peças clássicas não dá um bom resultado. Mesmo assim, cenários e figurinos são esplêndidos. Orquestra impecável, coro idem. Mas o conjunto da obra deixou a desejar.
   
Felipe Carlos Toniati Rivolta A soprano Ainhoa Arteta teve desempenho excelente tanto cenicamente como no canto. Não seria exagero dizer que ela quase roubou a cena do Marcelo Alvarez que também não deixou nada a desejar. Pessoalmente eu não gostei muito do cenário moderno, mas é só questão de gosto mesmo, ele estava muito bem projetado e adequado a cena.
   
Sérgio Foi um belíssimo espetáculo!!! Parabéns ao TMSP pelas excelentes montagens!!!
   
julio roberto g.pinto ^^n é mais surpres apara os q.frequentam a temporada do Municipal SP o nível excelente q.foi atingido.Parabéns para nós todos.
   
JOSE CALOS INFELIZ ADAPTAÇÃO PARA TEMPOS MODERNOS. ÓTIMOS CANTORES INSERIDOS EM CENÁRIOS RIDÍCULOS E COM TRAJES RISÍVEIS. LITERALMENTE, UM MONTE DE GENTE AMONTOADA NO PALCO QUE ACABOU PARECENDO PEQUENO DEMAIS.
   
Andre Miranda Fui a recita de 06/12, gostaria de destacar a excelencia das vozes principalmente do trio principal, dando destaque ao extraordinario Marcelo Alvarez co Luceven la Stele e Recondida Harmonia emocionantes. Ainhoa Arteta e RobertoFrontele tambem muito bons. No Te Deum quando a voz do Scarpia sobe acima do coro e da orquestra foi de arrepiar. Infelizmente a montagem foi uma comedia de erros. oO cenario de pessimo gosto, embora bem confecionado. O figurino estava rizivel.Quando Tosca entra de calças e chapeu tive vontade de vaiar. Minha impressão foi que os atores/cantores estavam constrangidos e pouco a vontade no palco cantando uma historia com referencias historicas ao periodo napoleonico e vestidos a moda dos anos 70. Uma lastima
   
Vitor Seravalli A temporada 2014 do Theatro Municipal de São Paulo fechou muito bem com esta montagem da Ópera "Tosca" de Puccini. A regência tranquila do maestro Oleg Caetani contribuiu para que a orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo valorizasse, principalmente, a bela voz do tenor Stuart Neill. A soprano Ausrine Stundyte também sobrou como Flora Tosca. Tomara que 2015 venha com uma temporada neste mesmo nível.
   
Diva Tibucheski Vilela Magnífico! Emocionante! Os Cantores, e a Orquestra estiveram impecáveis! A leitura moderna do cenário e dos trajes, foi ,para mim, estranha, mas não tirou o brilho do espetáculo.
   
   

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São Paulo:

15/12/2017 - Ópera A flauta mágica, de Mozart

Rio de Janeiro:
17/12/2017 - Orquestra Johann Sebastian Rio

Outras Cidades:
20/12/2017 - Vitória, ES - Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo
 




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