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Sexta-Feira, 15 de Dezembro de 2017.
 
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Votação encerrada


Ópera “Madama Butterfly”, de Puccini (Temporada TMRJ 2014)
Orquestra Sinfônica e Coro do Theatro Municipal
Isaac Karabtchevsky, regente
Carla Camurati, direção cênica
Elenco: Hiromi Omura (Madama Butterfly); Fernando Portari (Pinkerton); Rodolfo Giugliani (Sharpless); Denise de Freitas (Suzuki); e Sérgio Weintraub (Goro).
Theatro Municipal do Rio de Janeiro, dias 30 de novembro, 2, 5 e 7 de dezembro
   
Número de votantes: 121
Média: 6,1
Conceito:
   
Comentários:  
Alexandre Gonçalves da Nóbrega Ao contrário do que alguns andam falando, a soprano japonesa Hiromi Omura deu conta do papel, tem uma belíssima voz, com boa projeção e fez uma boa Butterfly. Fernando Portari esteve bem como Pinkerton e até me surpreendeu, não que ele não seja bom, mas porque não esperava tanto dele nesta ópera. Denise de Freitas foi muito bem como Suzuki e o restante do elenco não deixou a desejar. A orquestra e o coro foram bem e o público foi até bem comportado, se compararmos com outras apresentações, em que a falta de educação impera. O ponto negativo ficou para as vaias proferidas para Carla Camurati, que bem sabemos não fez um grande trabalho nesse tempo em que esteve a frente do teatro, pois esse tipo de comportamento macula a apresentação e o esforço de todos os artistas envolvidos, além de ser deselegante, afinal não é bom ter a fama do público do La Scala...
   
Lucas Pinheiro Solti Infelizmente uma das menores temporadas líricas da história do tão importante Theatro Municipal encerrou sob a forma de papel amassado. A cena de "Madama Butterfly" não podia estar mais constrangedora: um cenário completamente inadequado e mal acabado, iluminação absolutamente tosca e sem conceito, posicionamento de personagens da forma mais pobre possível (principalmente o coro). Foram muitas as graves falhas da montagem, a qual ficou a cargo de Carla Camurati, diretora que certamente não fará falta ao Theatro. A parte musical não comprometeu, apenas houve um erro de sincronia entre Fernando Portari e a orquestra no Ato I. Embora com dramaticidade exagerada, Hiromi Omura desempenhou bem o papel de Butterfly (de chinelo de dedo...). Uma ópera para ser esquecida, sinalizando uma gestão que precisa ser renovada.
   
Carlos Mena Fantástico casting Sharpless maravilhoso.
   
celia cruz Lamento que o Theatro Municipal do Rio de Janeiro tenha uma temporada de óperas tão reduzida!
   
julio roberto g.pinto Maravilhosa a Butterfly de Hiromi Omura!Só ela já valeria a ida ao teatro;mas houve outros trunfos:cantores bem e a orquestra melhor do q,temse apresentado ultimamente.
   
   

voto           voto



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São Paulo:

20/12/2017 - Ópera A flauta mágica, de Mozart

Rio de Janeiro:
15/12/2017 - Nádia Figueiredo - soprano

Outras Cidades:
20/12/2017 - Belo Horizonte, MG - Oratório O Messias, de Händel
 




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