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Quinta-Feira, 19 de Outubro de 2017.
 
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Votação encerrada


Ópera “Otello”, de Giuseppe Verdi (Temporada 2015 TMSP)
Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, Coro Lírico, Coro Infanto Juvenil da Escola Municipal de Música
John Neschling, regência; Eduardo Strausser, regente assistente
Giancarlo del monaco, direção cênica
Elenco: Gregory Kunde, Avgust Amonov (Otello); Rodrigo Esteves, Nelson Martinez (Iago); Lana Kos, Elena Rossi (Elena); Marius Brenciu, Medet Chotabaev (Cassio); Giovanni Tristacci (Roderigo); Leonardo Pace (Montano), Rogério Nunes (Arauto)
Theatro Municipal de São Paulo, dias 12, 14, 15, 17, 18, 21, 22, 24 e 27 de março
   
Número de votantes: 282
Média: 7,3
Conceito:
   
Comentários:  
Enrique Assisti no dia 12. Musicalmente foi um espetáculo bom. Aplausos para a orquestra e a regência. As vozes: belíssima interpretação da Lana Kos. Achei o Kunde bem no papel do mouro, porém com alguns agudos forçados. Bela interpretação a de Rodrigo Esteves, embora tenha faltado maldade ao seu Iago. No entanto, as minhas ressalvas estão na montagem. Visualmente, este Otello deixou bastante a desejar, do meu ponto de vista. Propostas modernas e abstratas não necessariamente precisam ser monótonas, e essa foi. Assistimos a uma interpretação universal da ópera que ostenssivamente quis fugir de qualquer realismo, porém estática, sem claroscuros e em alguns momentos até ingênua (por falta de outro adjetivo)como no balanço constante do coro durante o brindis.
   
Karina Todo o elenco teve uma atuação primorosa, com destaque para Lana Kos, sempre perfeita. Orquestra impecável (grande John!). Mas o cenário minimalista não convenceu e quanto ao figurino futurista da Desdemona, foi o pior que já vi, deveria ser mais caprichado em se tratando de uma estrela como a Lana.
   
Franco Foi uma boa récita e o cenário me agradou bastante, mas faltou dar os créditos para o piso, cuja movimentação ruidosa chegou a soar mais forte do que os cantores e a orquestra, em vários momentos.
   
José Luiz Música ótima, grandes cantores! Já a encenação.... Sem comentários.
   
Patrícia Melo Excelente
   
Ricardo do Amaral Fui na estréia . Tudo muito correto, cantores excelentes, orquestra competentíssima e um Maestro dedicado e empenhado no propósito de trazer operas de qualidade para a cidade de São Paulo. Porém nada me tirou o fôlego ou me emocionou ( não chorar ). Talvez a montagem ? Falta de cenários ? Enfim...quem vier pode ter outra impressão que a que eu tive.
   
Lila Espetáculo escuro, arrastado. Não é porque é Otello que tem que ser assim. Os cantores são bons mas a montagem não tem ritmo. Monótona. Simplesmente não funcionou.
   
Valmir Roberto Ambrozin Desempenho da Sinfônica, cantores e coros, muito bons. Cenários e figurinos decepcionantes.
   
Rubia Que espetáculo de qualidade!
   
Roberto Cesar Silva Gonzalez No geral foi um bom espetáculo. Gregory Kunde não possui, propriamente uma voz adequada para Otello, mas é um excelente tenor, com fraseados bem esculpidos, intenção interpretativa e ótimos ataques de agudos. Rodrigo Esteves foi bom, esforçado como sempre, assim como Lana Kos, a Desdemona. Cumpre observar que em Carmen ela fora melhor. Destaque negativo para o intérprete de Cassio, que não disse a que veio. Quanto ao polêmico Giancarlo del Monaco, esperava-se mais. Sem dúvida a iluminação foi bem realizada, dando resultado. Já a orquestra... Não gostei. Além do desencontro da mesma enquanto Rodrigo Esteves solava (e que por sorte não teve desfecho pior) foi demasiadamente lenta em certos trechos. Enfim, faltou brilho.
   
Gilmar Antonio dos Santos "OTELLO, by Carl Sagan" A orquestra estava realmente ótima, os cantores razoáveis (não empolgaram a platéia), mas a encenação da ópera foi péssima. Realmente o fim da picada. Um visual Matrix chumbrega e o "cenário" dos quatro atos feito somente com projeções de imagens astronômicas, martelando com a sutileza de um elefante a ideia de que a tragédia shakesperiana é "universal". Saí do teatro com dor de cabeça, parecia que tinha assistido 10 episódios seguidos da série "Cosmos" em um telão HD.
   
Matheus Excelente montagem oferecida pelo Municipal. O cenário minimalista funcionou bem para a ópera. A princípio, achei que o fundo repetitivo poderia ser maçante, mas não o foi, pelo contrário, o interesse continuou ao longo de toda a ópera. Os cantores estavam em ótima forma, assim como o maestro. Espero que a temporada continue nesse nível.
   
Bruno F. Achei a proposta da montagem interessante, mas em muitas situações faltou a ação dramática que a cena pedia, como na cena final do último ato. Tive a infelicidade de assistir ao segundo elenco, com o pior cantor de ópera que já tive o desprazer de ver em um palco como Otello: voz fraquíssima, não raramente recorria a gritos; se não bastasse isso, a orquestra não o ajudava muito, constantemente suprimindo os cantores (vale notar que foi regida pelo Eduardo Strausser, não pelo Neschling). Enfim, não é o tipo de produção que espero de um Theatro que tem a ambição de se colocar em posição de destaque no cenário operístico mundial. E aos colegas reforço o aviso: Não vale a pena sair de casa para assistir o segundo elenco.
   
Marcela Campos Que bom que temos um teatro de ópera em SP ! Estou muito orgulhosa ! Só tem montagem linda neste lugar, vale cada momento.
   
Alberto Oliveira Embora a montagem não tenha empolgado, os cantores e a orquestra foram excelentes! Gregory Kunde foi muito bem, assim como Rodrigo Esteves e Lana Kos. Todos cantaram lindamente e emocionaram a platéia. Destaque especial para a Orquestra Sinfônica Municipal que esta muito, mas muito bem. Assisti o primeiro concerto deles do ano, com Vida de Herói de Strauss e voltei para assistir Otello. Eles me surpreenderam no Strauss, com uma apresentação impecável e vim com altas expectativas para a ópera e não me decepcionei. Muito pelo contrário, vi uma orquestra refinada, que soube lidar com excelência tanto uma parte solista sinfônica como orquestra de ópera brilhante. Uma pergunta me vem a cabeça, se temos uma orquestra tão excelente como essa, porque só a Osesp faz turnês? Que mostremos o alto nível da nossa Orquestra Sinfônica Municipal para o Brasil e para o mundo!
   
Marco Aurelio Belíssima interação entre cantores e a orquestra regida por John Neschling. A musicalidade de Gregory Kunde e de Rodrigo Esteves são o ponto alto no espetáculo. Pena que a direção cênica, em minha opinião, não acompanhe a sutileza e os requintes da música de Verdi. Se o Universo é regido por amor, ciúme, ódio e outros sentimentos intensos expressos por Boito/Verdi, a projeção continuada de planetas e astros celestes tornou-se maçante, além de reduzir muito a luminosidade do palco. E os figurinos negros a la Matrix contrastando com o branco total radiante da pura Desdemona? Para expressar que os conflitos de Otello são atemporais o diretor Giancarlo del Monaco fez uma opção que não me agradou.
   
Juliane Ideia péssima misturar Otello com Starwars e Matrix (!!!). Nada funcionou na montagem. Para piorar, quem deu azar de ver a apresentação de AMONOV, dia 17/03, encontrou um tenor pouco inspirado. Não recomendo.
   
José Carlos Silva Montagem no mínimo estranha... os cantores vestidos de Matrix foi uma grande infelicidade. Assisti o segundo elencon, Otelo não empolgou (parecia gritar), a Desemôna estava um pouco exagerada e os outros foram bem mas o que me impressionou foi a orquestra! Quem regeu foi o maestro Eduardo Strausser e o fez muitíssimo bem! A orquestra soou maravilhosa! Parabéns!!
   
NILTON DIVINO DADDIO Música bonita e cantores ótimos, mas foi só. A história é chata e a encenação ficou horrível. Um bando de "black bocks", sem mobilidade, num palco que sobe e desce sem sentido. E as projeções? Seria um tempestade de neve em chipre ou uma chuva de meteoros?
   
Carlos Frederico Assisti dia 18. Ótimos solistas e coro impecável. Kunde é Otello. Ponto. O cenário deixou muito a desejar. Propostas atemporais são interessantes, mas as projeções eram meio erráticas. Podia ser bom, mesmo com essa proposta. Mas faltou elaborar mais.
   
Claudia Teixeira Produção maravilhosa. Coros e orquestra perfeitos. Vozes esplendidas. Cenografia incrível. Gostei muito. Parabéns!
   
Sérgio Estive na récita do dia 21..... Achei tudo perfeito, embora eu ache que o cenário pudesse ter sido mais próximo da época que era descrita na música....ficou estranho eles falarem de "Leão de Veneza" olhando para aquelas imagens do espaço. Enfim, tudo estava muito lindo.... Um parabéns especial ao Coral Lírico!
   
Paulo Neto A montagem futurista pouco me agradou. A performance individual foi ótima.
   
fernando assisti com o segundo elenco. qualidade dos interpretes deixou a desejar. só o cubano se salvou.
   
DOUGLAS EDUARDO BRAGA Das óperas apresentadas no TMSP com montagens que fogem do tradicional, acho que esse Otello foi bem sucedido. É verdade que essa concepção do diretor resultou num espetáculo mais cool, mais contemplativo, mas, proporcionando-nos uma forma alternativa de recepcionar a música de Verdi para esse libreto. Apreciei muito a projeção das imagens galácticas, mais em alguns momentos momentos em especial - como no dueto de amor entre Otello e Desdemona. As vozes de Gregory Kunde, Lana Kós e Nelson Martinez são irretocáveis - dispensam comentários! Amei!
   
Guido Delamari Machado Imaginei que teria tb um belo cenário, não foi o que ocorreu...
   
Eduardo Romero Excelente atuação da orquestra e um grande conjunto de vozes, especialmente a de Gregory Kunde, que foi um Otelo fantástico. O que não foi muito bom foi a montagem, bastante ousada, de del Monaco. Ela não foi de todo ruim, mas deixou a desejar em vários aspectos, como o figurino e os movimentos do coro (ridículos), além da monotonia visual gerada por um cenário sem graça, com três rampas que se movimentavam sem muito sentido. As projeções do espaço sideral eram bonitas e contribuíram para que houvesse momentos realmente emocionantes na ópera (como o dueto do fim do primeiro ato). Outros momentos, no entanto, não tiveram o impacto que mereciam. O pior era o esforço mental necessário para imaginar o "mouro de Veneza" no espaço sideral. No geral, foi um bom espetáculo (graças aos cantores e à orquestra), mas poderia ter sido muito melhor, principalmente se fosse uma montagem tradicional. Essa mania de modernizações já está passando dos limites. "Tosca", da temporada do ano passado, também poderia ter sido excelente, não fosse pela péssima montagem moderna.
   
Annkarin Aurelia Kimmelmann e Silva Nao gostei das roupas, feias, remetendo ao fascismo. Nunca vi uma protagonista tao mal vestida.Ainda bem que Kunde, Kos e Martinez foram mto bons.
   
Francisco Guimarães Surpreendentemente fabulosa montagem. A solução futurista foge ao mesmismo e nos transporta pra uma outra dimensão completamente atemporal.
   
   

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São Paulo:

29/10/2017 - Renato Figueiredo - piano

Rio de Janeiro:
22/10/2017 - Nadja Daltro - soprano, Marcelo Coutinho - barítono, Flávio Augusto - piano, João Daltro - violino, Ricardo Santoro e Davi Oliveira - violoncelos e Igor Levi - flauta

Outras Cidades:
25/10/2017 - São José dos Campos, SP - Ópera La Traviata, de Verdi
 




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