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Quinta-Feira, 19 de Outubro de 2017.
 
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Votação encerrada


Ópera “O amor dos três reis”, de Italo Montemezzi (Temporada 2015 do Theatro São Pedro)
Orquestra do Theatro São Pedro; Collegium Musicum de São Paulo; e Coral Lírico Paulista
Luiz Fernando Malheiro, regência
Sergio Vela, direção cênica
Elenco: Daniella Carvalho (Fiora); Juremir Vieira (Avito); Douglas Hahn (Manfredo); Sávio Sperandio (Archibaldo); Matheus Pompeu (Flaminio); Debora Dibi (Aia)
Theatro São Pedro de São Paulo, dias 18, 20, 22, 25, 27 e 29 de março
   
Número de votantes: 207
Média: 6,9
Conceito:
   
Comentários:  
Karina A orquestra de Luiz Fernando Malheiro emocionou do 1º ao 3º ato. Douglas Hahn e Sávio Sperandio cantaram lindamente, lindo também foi o figurino, principalmente da Daniela Carvalho! Já o cenário deixou a desejar.
   
Ana C. Musicalmente falando, a ORTHESP se saiu muito bem, assim como os solistas. O cenário deixou a desejar e o figurino da Fiora poderia ser mais elaborado em razão da sua importância.
   
Eduardo Romero A temporada do São Pedro começa em grande estilo! O diretor cênico Sergio Vela apostou em uma montagem simples, com pouquíssimos objetos em cena, privilegiando a iluminação. Fiquei com um pé atrás quando vi as fotos da montagem, mas quando assisti fiquei muito bem impressionado! Vela foi bastante criativo e conseguiu criar o clima perfeito para o espetáculo, provando que não é preciso de uma produção suntuosa para fazer uma boa ópera. Os movimentos dos cantores eram todos bastante lentos e estilizados, o que funcionou bem para criar uma sensação de fantasia e de atemporalidade. Os cantores estavam todos ótimos, não só no canto mas também na atuação. Não dá para deixar de destacar o baixo Sávio Sperandio que, no papel do rei cego, foi soberbo. Sua voz grave e penetrante foi de arrepiar! Além disso, não é comum assistir a uma ópera em que todos os cantores têm uma performance tão boa. Daniella Carvalho, Juremir Vieira, Douglas Hahn e Matheus Pompeu estavam todos afinadíssimos. Valeu a pena assistir a essa ópera tão pouco conhecida e encenada. Fico com expectativas altíssimas para os próximos títulos!
   
Edna Ligieri Maravilhosamente executada, uma ópera complexa com momentos extasiantes.
   
Katti Margarete Piossek Maravilhoso espetáculo, orquestra e elenco estão de parabéns ! O cenário achei bem diferente, os objetos descendo, escada, jardim de flores, presente... uma ideia interessante, clean e de bom gosto!!!
   
Christine Naback Maravilhosa ópera e todos fabulosos. Matheus Pompeu arrasou. Todos outros também. Show !!!!
   
claudio bidoia Gostei bastante
   
Francisco Guimarães Simples, porém emocionante. A música lembra um pouco Wagner.
   
Dionéa Luizetto A orquestra estava maravilhosa, assim como a atuação do Sávio Sperandio. O que ficou muito ruim na minha opinião foi a falta de cenário. Ficou cansativo no 1º e na metade do 2º ato.
   
   

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São Paulo:

25/10/2017 - Trio de Sopros da Orquestra Jovem do Estado

Rio de Janeiro:
28/10/2017 - XXII Bienal de Música Brasileira Contemporânea

Outras Cidades:
25/10/2017 - Vitória, ES - Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo
 




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