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Segunda-Feira, 18 de Dezembro de 2017.
 
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Votação encerrada


Ópera “Manon Lescaut”, de Giacomo Puccini (Temporada 2015 do Theatro Municipal de São Paulo)
Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo; Coro Lírico Municipal de São Paulo
John Neschling, direção musical
Cesare Lievi, direção cênica
Elenco: Maria José Siri, Adriane Queiroz (Manon Lescaut); Marcello Giordani, Martin Muehle (Des Grieux), Paulo Szot (Lescaut), Valentino Buzza (Edmondo), Saulo Javan (Geronte)
Theatro Municipal de São Paulo, dias 29 e 30 de agosto, 1º, 3, 5, 6, 8 e 10 de setembro
   
Número de votantes: 388
Média: 6,9
Conceito:
   
Comentários:  
Cynthia sablich Uma opera com cenários muitos bonitos, figurinos excelentes grandes cantores, uma regência muito boa! Orquestra de qualidade ! Vi o espetáculo em 30/8 so em alguns momentos do primeiro ato achei q a orquestra encobriu o canto dos cantores , acredito q um dos motivos para isso era o fato dos cantores estaremnlocalizados mais no fundo do palco. Mas o espetáculo dói excelente! E uma otima diversão! Sou assinante da operas do teatro e e muito bom!
   
Evagner Menezes dos Santos Simplesmente encantador. Os solistas e o coro lírico estão de parabéns. A boa música limpa a alma. Bravi!!
   
julio pinto Assisti a estreia,no dia 29;8. A atuação de Maria jose siri foi inesquecívrl/ela se dilacerou,literalmente.Belo espetáculo!
   
João Alberto Saldanha Se não fosse pela Soprano, teria saido da plateia. Óbvio que faltou ensaios para todos. Em especial para os cenários. Esse erro da estréia não é digno de um teatro como o Municipal. Bravo a orquestra e ao Maestro Neschling.
   
Paulo Carvalho Ótima montagem! Adorei!
   
ana luiza m. abrahão Assisti no dia 30/8. No início, a orquestra estava mais alto que as vozes. Depois, ficou ótimo
   
Adélia O espetáculo foi incrível, música excelente, cenários e figurinos ótimos. Tudo foi perfeito. Parabéns ao Municipal!
   
Jorge Sousa Os cenários são impresionantes, muito bons! Música e cantores excelentes. Bravo!!!! Ótimo
   
Paula Ribeiro Assisti a récita do dia 30 com o segundo elenco, que me surpreendeu com a poderosa atuação.
   
Annkarin Aurelia Kimmelmann e Silva Achei a montagem classica interessante.
   
Rodrigo Santos Camargo Que cenário lindo...Fui na estréia, mesmo com um pequeno problema técnico no último ato, foi imperceptível no montante, músicos maravilhosos. Orgulho do nosso Theatro Municipal de Sp!
   
leonir Carlos krupa Excelente espetáculo. Vi a récita do dia 30. Felizmente conseguimos assistir uma ópera no sentido clássico, sem alterações no tempo e espaço criados pelo compositor.
   
VALTER BREOLIN TUDO NESSA MANON LESCAUT SAIU PERFEITÍSSIMO!! MARIA JOSE SIRI uma das MAIORES SOPRANOS DE TODOS OS TEMPOS interpretou uma MANON PERFEITA NO CANTO E NA INTERPRETAÇÃO, BEM COMO SEU TENOR ITALIANO COM UM VOZEIRÃO FABULOSO!!! E CLARO NOSSO AMADO BARÍTONO, PAULO SZOT NO PAPEL DO IRÃO DE MANON.CENÁRIOS? PERFEITÍSSIMOS COMO DEVEM SER.: E A TECNOLOGIA A SERVIÇO DA ARTE PURA. A CENA DO CAMPO DO PIMEIRO ATO ESTAVA PERFEITA COM SOL, SOMBRAS, ÁRVORES MATO ETC...A CENA DO SEGUNDO ATO, NO PALACETE DE GERONTE, UMA SALA DA QUALIDADE DE UM PALÁCIO FRANCES DO SÉCULO XVII-AVIII. O 3. ATO LE HAVRE...O PALCO DIVIDIDO AO MEIO: EM BAIXO A PRISÃO ONDE MANON CANTA PARA SEU AMADO ATRAVÉS DAS GRADES DAS JANELAS ENQUANTO EM CIMA SE VE O PORTO, O CEU INFINITO E A PONTA DO NAVIO QUE OS LEVARÁ PARA O EXÍLIO.O QUARTO ATO NO "DESERTO" DE LOUSIANIA CUJA MAESTRIA DO MESTRE DE CENA FOI: DUNAS DE AREIA COM RESTOS DE UM PALÁCIO (O MESMO DO 2. ATO) ESPALHADOS...REPRESENTANDO O DELÍRIO DA MORTE DE MANON...FANTÁSTICO, ADORADO MESTRE E MAESTRO NESHLLING!!!! MONTAGEM DE FAZER INVEJA A QUALQUER TEATRO DO MUNDO!!! PARABÉNS BRASIL POR EXCELENTES HORAS DE ARTE DE ALTÍSSIMA QUALIDADE!!!!
   
Rosa das Graças Quadros Moretti Assisti e gostei muito do espetáculo. Achei muito lindo o cenário e a atuação melhor foi do Marcelo Giordani interpretando Des Grieux.
   
Fernando Estive na recita de 6/set, com Adriane Queiroz e Martin Muehle nos papeis principais. Que bela apresentacao de ambos e todo o elenco!
   
Eduardo Romero EXCEPCIONAL ESPETÁCULO!! Assisti no dia primeiro de setembro e essa foi, na minha opinião, a melhor ópera apresentada no Municipal neste ano. A montagem foi excelente: tradicional, como deve ser, sem modernizações ou invenções de moda (ao contrário da pretensiosa produção de Otello, por exemplo). Os cenários eram lindos, muito elaborados, especialmente o do 2º ato, que representava o palacete de Geronte. A direção cênica foi bastante competente, tudo foi muito fluido e emocionante. Os cantores dispensam comentários – Paulo Szot, Maria José Siri e Marcello Giordani estavam fantásticos em seus papéis. O carisma de Szot e seus belos graves fizeram com que sua participação fosse memorável. Siri foi uma Manon extremamente convincente, tímida e frágil no primeiro ato, apaixonada no segundo e desesperada nos dois últimos; sua voz, cálida, agradável, ficou perfeita para o papel e sua ária “Sola, perduta, abbandonata” foi lindíssima. O astro da noite para mim, no entanto, foi Giordani. Dono de uma voz de potência inacreditável e de agudos extraordinários, ele emocionou do começo ao fim, saindo-se bem tanto nos momentos mais leves (por exemplo em “Donna non vidi mai”) como nos mais intensos e dramáticos (como no dueto “Tu, tu, amore, tu!”) Somando-se a isso o ótimo desempenho da orquestra sob regência de John Neschling, tivemos uma ópera simplesmente inesquecível!
   
Vitor Seravalli Uma bela montagem, com cenários de encher os olhos. A Orquestra Sinfônica Municipal sob a regência do maestro Michelangelo Mazza foi muito bem, e a execução do intermezzo foi um ponto alto. É nítido perceber que a orquestra gosta dele. Embora alguns artistas não tivessem o biotipo de seus personagens, as suas interpretações foram excelentes.
   
Paulo Assisti duas récitas, dias 5 e 6, foram dois elencos maravilhosos! Mas o que foi mesmo soberbo... a regência do Maestro Michelângelo Mazza no dia 6, Aplaudido inclusive pelos músicos da orquestra do teatro, antes do início do intermezzo , coisa que não se ouviu na recita do dia anterior!!!!
   
Eduardo Rossetto Cenário IV Ato .. maravilhoso!
   
DOUGLAS EDUARDO BRAGA Assisti as récitas dos dias 03/09 e 08/09/2015, respectivamente com o elenco 2 (os brasileiros: Adriane Queiroz - soprano; Martin Muehle - tenor e Paulo Szot - barítono) e o elenco 1 ( a soprano uruguaia Maria José Siri; o tenor italiano Marcello Giordani e nosso representante brasileiro Paulo Szot - barítono). A récita do dia 03/09 teve a condução do maestro assistente Michelangelo Mazza e a do dia 08/09, do titular John Neschling. Ambas as protagonistas femininas, entregaram-nos performances arrebatadoras - Adriane Queiroz, com uma voz cálida e reluzente e uma interpretação personalíssima. Maria José Siri, com uma voz belíssima e aveludada, mas que optou pela fidelidade a uma interpretação mais ortodoxa da personagem. O tenor Martin Muhele tem um timbre cristalino e luminoso, porém, em muitos momentos desejei que ele tivesse um timbre um pouco mais encorpado. Já, no caso do tenor italiano, apesar de reconhecer que ele possui o timbre mais encorpado, em vários momentos até antes do último ato,notei que ele possui uma intonação não muito límpida. Bem...no fim das contas, apreciei muitíssimo ambos os elencos, os cantores/atores coadjuvantes, o Coral Lirico e (é claro) os maestros - cada um com seu estilo e tempi próprios. Os cenários - de encher os olhos! Todos estão de Parabéns!
   
Francisco Guimaraes Na penúltima apresentação de ontem,a performance não apresentou ao constatado pelo Colin na Concerto. Em resumo: gostei. Acabo de chegar de Bayreuth da tetralogia de Wagner a qual foi extremamente ousada e até vaiada no segundo ato do Siegfried. Mas a arte é assim mesmo, nunca teremos unanimidade. Já que o Haddad lá esteve deveria observar o entorno do TMSP. Aliás o nosso centro que está literalmente uma lata de lixo.
   
Maria Sierra Não sou uma grande entendedora mas adorei, não senti o tempo passar, quando vi tinha terminado. Gostei muito!
   
Carlos Frederico Assisti em 1o. de setembro. Encenação correta, com algumas partes estranhas (ao final do terceiro ato, alguém que não conhecesse a história não entnderia que todos estavam entrando em um navio). Siri e Szot excelentes, entregues vocal e dramaticamente aos papéis. Puccini tem que soar assim! Giordani estava rouco e ganhando os agudos literalmente no grito. Poupou-se para não quebrar nenhum e, felizmente, conseguiu. Mas não conseguiu dar a intensidade em momentos cruciais, como o dueto do 2o. ato e a cena final do 3o. O TMSP mantém a temporada em bom nível, embora abaixo de Oneguin e Thais.
   
Deisy Rodrigues Direção musical impecável de John Neschling, montagem maravilhosa,montagem maravilhosa, cenário, figurinos, o ultimo ato com alguns objetos de Manon no deserto foi muito bem interpretado. Maria José Siri estava ótima, sua Manon me emocionou, principalmente no ultimo ato, Marcello Giordani têm uma voz potente e uma interpretação a altura, Paulo Szot como Lescaut fechou com chave de ouro o elenco principal.
   
   

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São Paulo:

20/12/2017 - Ópera A flauta mágica, de Mozart

Rio de Janeiro:
21/12/2017 - Orquestra Johann Sebastian Rio

Outras Cidades:
19/12/2017 - Vila Velha, ES - Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo
 




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