Banner 468x60
Banner 180x60
Boa tarde.
Sexta-Feira, 20 de Outubro de 2017.
 
E-mail:  Senha:

 

 
Nome

E-mail


 
Saiba como anunciar na Revista e no Site CONCERTO.
   


 

Vitrine Musical 2016 - Clique aqui e veja detalhes dos anunciantes

 
 

Votação encerrada


Ópera “Lohengrin”, de Richard Wagner (Temporada 2015 do Theatro Municipal de São Paulo)
Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo; Coro Lírico Municipal de São Paulo
John Neschling, direção musical
Henning Brockhaus, direção cênica
Elenco: Tomislav Muzek, Viktor Antipenko (Lohengrin), Marion Ammann, Nathalie Bergeron (Elsa), Tómas Tómasson, Johmi Steinberg (Telramund), Marianne Cornetti, Johanna Rusanen-Kartano (Ortrud) e Luiz-Ottavio Faria (rei Heinrich der Vogler)
Theatro Municipal de São Paulo, dias 8, 10, 11, 13, 15, 17, 18 e 20 de outubro
   
Número de votantes: 215
Média: 6,3
Conceito:
   
Comentários:  
Sérgio Luiz C. Borgianni Fomos ontem assistir essa montagem bizarra do Lohengrin. Mau gosto, cenários e figurinos tétricos, falta de respeito ao libretto e à concepção de Wagner são as mínimas críticas que eu faço a essa produção. Que pena, pois os cantores eram muito bons e a orquestra cumpriu seu trabalho honestamente na interpretação da música maravilhosa do mestre alemão. Quatro horas e meia de espetáculo assim foi tão penoso quanto se tentar tirar um elefante enorme empacado na lama...
   
JOSÉ ROBERTO VALENTE Direção cênica e cenografia totalmente equivocadas. Um absurdo o barulho das bolas de bilhar interferindo, sem necessidade. Orquestra e coro um correndo atrás do outro no primeiro ato. Coreografia sofrível. Triste a temporada acabar assim.
   
Angélica Cintra Tudo ótimo, orquestra, coral, cantores de primeira, muito perfeito!! Infelizmente a cena não posso dizer o mesmo. Os conceitos simbólicos wagnerianos digerido por seu diretor são tão herméticos e proporcionalmente implicantes que simplesmente não adiciona, não inova. Pelo contrário, atrapalha. #CadêoCisne?
   
José Luiz Orquestra e cantores legais, mas não gostei da encenação (feia). E não vi o cisne da história...
   
Paulo Saraceni Orquestra, cantores e coro nota dez. Cenografia, figurino e coreografia sofríveis. Quiseram inventar a roda, suprimiram o cisne e colocaram uma mesa de bilhar no palco... Péssimo gosto!
   
Samuel B. S. Santos Da apresentação do dia 10: montagem bonita e surpreendente, original, sem o ranço da trivialidade. Orquestra em ótimo desempenho, cantores de primeira qualidade tanto em termos de voz quanto de presença cênica. Cenários, figurinos e coreografias coerentes com o estilo adotado. Bravo!
   
Mateus C Jr Montagem ridicula. Elementos cênicos risiveis, feios, encenação confusa e equivocada. Quem não conhece o libreto não entendeu nada, e quem conhece ficou revoltado. Não entendo por que o TMSP gasta nosso dinheiro com montagens tão ridículas. Deveriam mesmo cancelar todas as produções futuras. Isto é gasto do dinheiro público. Um absurdo.
   
Patricia Helena Correa Bom desempenho musical da orquestra e dos solistas. A movimentação em cena foi confusa e acrescentou pouco à ação. Pelo contrário, atrapalhou mais do que acompanhou. Vestidos ingratos para as mulheres.
   
Elisabeth De Gennari os cenários e figurinos tem sido o ponto negativo de quase todas as óperas das temporadas do Municipal de São Paulo. As atualizações das tradicionais peças têm sempre me desagradado. Nesta opera, entretanto, o mau gosto e estranheza atingiu o ápice pois dificultou a compreensão da história e, portanto, prejudicou a ópera. Ademais as soluções foram bizarras e de extremo mau gosto, como aqueles corpos pendurados, ou inverosímeis como um bizarro aquário no lugar do cisne... Horrível! Os cantores muito bons, salvo o deslize do coro no 1o. ato que corria atrás da orquestras. Destaque para os cantores brasileiros apesar dos pequenos papéis, salvo o Rei Henrique cujo papel correspondeu ao brilho do nosso barítono. Linda voz e presença da soprano Elza. Mas as vestes das bailarinas , coro e figurantes, as máscaras de pano e os ternos dos homens também atrapalharam a credibilidade da lenda germânica do século X. Uma pena! Ainda assim espero que apesar da crise financeira a temporada continue em 2016, talvez pouquinho mais convencional.
   
Mateus Junior Montagem esquisita, com elementos totalmente sem sentido. Confusa, feia. O problema não está na qualidade dos materiais, mas na falta de sentido claro para o publico que não é "especialista" em vanguarda de teatro, que posso arriscar, somos 99% do público.
   
Leonir Carlos Krupa Assistimos a récita do dia 11.Wagner é espetacular. A docilidade com que inicia seus prelúdios e áreas e depois numa forma crescente utiliza todo o potencial de voz e orquestra é sublime. Pena que essa temporada do MUNICIPAL não tenha sido em forma de ÓPERA CONCERTO. A orquestra, o coro e voz estavam formidável mas a cenografia foi péssima. Saudades da apresentação de 2004 onde o cisne era cisne e não um cubo de metal. Onde a clareira do primeiro ato não era um bar de sinuca e onde LOHENGRIN tinha armadura reluzente, a espada, trompa e o anel que textualmente faz parte da última ária. Onde GOTTFRIED, o irmão de Elsa, herdeiro do trono de Brabant retorna glorioso em pessoa e não transformado em uma escultura de metal. Repito: preferível cena fechada do que transformar o "sonho" em pesadelo.
   
Eduardo Romero PIOR ESPETÁCULO DO ANO, graças à encenação ridícula. Uma pena. A orquestra estava maravilhosa, com uma regência fantástica de Eduardo Strausser (assisti no dia 13/10). Os cantores, fenomenais – conseguiram cortar a orquestra perfeitamente, em nenhum momento tiveram suas vozes encobertas, chegaram ao final da ópera com bastante fôlego, sem parecerem cansados. É até difícil escolher qual dos cantores se saiu melhor, pois todos estavam em um nível incrível – meu destaque vai para o baixo brasileiro Luiz-Ottavio Faria. O coro tem mostrado todo seu profissionalismo nas produções do Municipal, e aqui não foi diferente. Infelizmente, a encenação foi TÃO ruim que foi simplesmente impossível apreciar o alto nível musical. Henning Brockhaus, o diretor cênico, já havia se destacado internacionalmente por suas péssimas ideias e foi a pior pessoa que o Municipal poderia ter chamado para dirigir essa obra-prima de Wagner. NADA na montagem foi bom: cenários lúgubres, horríveis, de péssimo gosto (a mesa de bilhar no primeiro ato foi o fim da picada); um cubo de metal no lugar do cisne; uma pedra substituindo o irmão de Elsa; figurinos feios e sem graça; coreografia patética. Senti vergonha alheia do começo ao fim. Esse é o tipo de montagem que só vai afastar os brasileiros do mundo da ópera. Se tivesse sido uma montagem tradicional, com certeza muito mais gente teria gostado. Uma pena que, depois do fantástico espetáculo visual que foi Manon Lescaut, terminemos o ano com essa produção vergonhosa e revoltante. Espero que, depois da enxurrada de críticas negativas, o Municipal escolha melhor os diretores cênicos das próximas óperas. #ChegaDeEuro-Trash!
   
Deisy Rodrigues Depois de ler algumas criticas sobre a adaptação a minhas expectativas não estavam tão altas, contudo tive uma maravilhosa surpresa,se você conhecer nem que seja um pouco do libreto ou se dignar a ler o programa, não vai ter dificuldade em compreender que alguns elementos não estão representando de uma forma literal. A orquestra estava como sempre muito bem,para o elenco destaque para a Marianne Cornetti com seu timbre de voz único, os protagonista Marion Amman com sua linda performance de Elsa e Tomislav Muzek com seu Lohengrin com uma adaptação esplêndida, o envolvimento e e entrosamento entre o tenor e a soprano estava emocionante,ambos t~em além de linda voz, interpretação e presença de palco riquíssimas. Pessoalmente o momento que Lohengrin chega e as mascaras caem e todos se revelam, foi umas das entradas mais profunda da ópera que eu vi. Abra um pouco a mente e tenta encontrar algo mais que literal e terá um ótimo espetáculo.
   
Raphael Silva e Lima inda sobre Lohengrin: Ainda nao cheguei numa conclusao sobre o que achei. A montagem, moderna, nao me agrada. Mas o coro e a orquestra estavam impecáveis. Não sei o que se passa na cabeça do artistico do municipal. As operas mais pesadas, e longas, dessa temporada, tiveram montagens esdruxulas, da mesma forma foi Otello. Se visse o cenario de Lohegrin, Wagner certamente pediria pra morrer de novo.Principalmente depois dos desbundios que foram Thais e Manon Lescaut. Mas a sonoridade (afinal, estamos falando de Richard Wagner, grandioso, opulento, apoteótico) que os musicos apresentaram em cena foram fora do comum.Destaque para Marianne Cornetti, a melhor "Ortrud" que ja ouvi. De olhos fechados, acho que foi a melhor ópera do ano.
   
Junior Cantores bons, orchestra tb, mas a montagem foi feia e confusa
   
Alexandre Quiseram inventar. Tentaram ser modernos. Resultado: uma porcaria sem tamanho. Não basta fazer algo diferente para ser moderno. Esse algo diferente precisa fazer sentido. Sem falar na cena do duelo. kkkkkkkkkkk Pior que teatrinho de bonecos. kkkkkkkkkkkk Um show de má vontade de todo mundo que estava no palco. Cancelaram as férias do pessoal pra se apresentarem naquele dia?
   
Luan Montà Deixo aqui minha breve opinião de leigo: Vi ideias boas nesta montagem, mas acho que não para esse tipo de história... Tudo muito "desconfortável", como aquelas máscaras e toda a poluição visual. Em muitos momentos eu não sabia o que deveria estar acontecendo (desconsiderando-se o fato de que conheço o libretto), ainda mais com tantos panos, coreografias aparentemente fora de contexto e afins. Muitos elementos poderiam ser utilizados para ressaltar essa impureza humana em contraste com a "santidade" de Lohengrin, mas se nem mesmo ele escapou do visual tétrico, que se pode dizer? Eu li críticas bastante severas sobre esta montagem antes de ver pessoalmente, e mesmo assim tinha esperanças de que seria surpreendido. Não foi o que aconteceu... Cisne em forma de cubo (o que as pessoas têm contra um cisne que seja justamente um cisne?), o herdeiro em forma de pedra, uma história de nobreza e cavaleiros encenada em uma espécie de beco/bar sujo onde todos denotam alguma falsidade, escondendo-se atrás daquelas máscaras de gosto duvidoso... As críticas negativas estavam, infelizmente, corretas. Até mesmo ouvi alguém perguntar em voz alta "cadê o cisne?" durante o primeiro ato! Isso sem levar em consideração que a arte do programa (impresso) não tem nada a ver com o que estava no palco. A capa faz com que eu imagine outro tipo de cenografia, provavelmente mais tradicional.. Não senti uma identidade visual comum a ambos... Todavia não entrarei em detalhes para não me prolongar. Não vejo problemas em arriscar uma nova interpretação, desde que ela acrescente algo e nos faça pensar e repensar a história. Mas neste caso não senti esse “algo mais”, apenas fiquei ali tentando tirar alguma conclusão, confuso em meio à ambientação mórbida... Valeu o ingresso por um motivo particular: SEMPRE prefiro sair de um espetáculo qualquer com uma opinião formada sobre os artistas, mesmo que esta seja negativa; é melhor que sair indeciso, em cima do muro, sem conclusões ou argumentos para minha opinião. De qualquer forma não veria esta montagem novamente. E para concluir, meus sinceros parabéns a Tómas Tómasson (Friedrich von Telramund) e Marienne Cornetti (Ortrud), que me agradaram bastante!
   
Carlos Frederico Vi dia 15.10. Dois problemas principais: 1) casting errado - Muzek, Ammann e Tómasson não têm vozes adequadas para o papel. O protagonista (Muzek) cantaria bem Mozart, Donizetti. Seu único papel Wagneriano é Erik, bem mais lírico e leve que o Lohengrin. Enquanto o TMSP gastar fortunas para importar vozes inadequadas, vai faltar grana para produções mesmo. Salvou-se a ótima Ortrud de Cornetti, a única voz wagneriana da noite; b) cenografia confusa - às vezes, o diretor de cena inventa e acerta muito (vide Podá na Thais, neste ano). Mas os cenários e a direção foram uma invenção que parecia gratuita, sem ligação com a ópera. O cubo foi uma má ideia. O desfecho do Duque de Brabante, no final, outra. A cenografia não acrescentou nada e confundiu.
   
DOUGLAS EDUARDO BRAGA Assisti a récita do dia 15/10. Com relação à montagem, confesso que a mesma não me agradou - levando-se em conta o padrão superior nesse quesito utilizado nas produções antecessoras Thais e Eugene Oneguin. Por outro lado, do ponto de vista técnico, saí satisfeitíssimo com a performance dos cantores - entre os quais quero ressaltar a performance do baixo Luiz Otávio Farias no papel do König Heinrich e da mezzo soprano Marianne Cornetti no papel de Ortrud. O tenor Tomislav Muzek que interpreta o personagem título da ópera possui belíssimo timbre, mas de tenor lírico, não de Heldentenor (que é o timbre de voz característico dos tenores que cantam óperas de Richard Wagner). A soprano Marion Ammann - que interpreta Elsa de Brabante - apresentou uma performance vocal e cênica corretas , porém, sem despertar maior empolgação. A minha maior empolgação com o espetáculo foi causada pela música de Wagner, a condução da orquestra pelo maestro John Neschling e, sobretudo, pelo Coral Lírico - mais especificamente o naipe de tenores, para cuja extensão vocal nessa peça, em vários momentos é exigida muita técnica. O resultado foi simplesmente fantástico, pois som foi brilhantíssimo...um verdadeiro banquete para os meus ouvidos! Estão de Parabéns!
   
julio pinto Primorosa execução musical!Se a encenação é discutível.o aspecto da interpretação é magnífico
   
Tatiane Orquestra sensacional, coreografia precária, o som das bolas de sinuca e das roupas encharcadas escorrendo conflitava com a orquestra, e cadê o cisne? Cadê o irmão? Cadê o abraço final? #wagnernãoaprova
   
EVERTON CARDOSO Participei da récita do dia 11 de outubro e, em termos musicais, foi impecável. No entanto, confesso que a montagem e o conceito cênico ficaram um pouco aquém do que esperava. As montagens anteriores que assisti neste ano foram mais impactantes e, na minha opinião, mais bem desenvolvidas em termos estéticos e conceituais. Ainda assim, uma experiência incrível.
   
   

voto           voto



< Mês Anterior Outubro 2017 Próximo Mês >
D S T Q Q S S
1 2 3 4 5 6 7
8 9 10 11 12 13 14
15 16 17 18 19 20 21
22 23 24 25 26 27 28
29 30 31 1 2 3 4
 

 
São Paulo:

30/10/2017 - Ópera Don Giovanni, de Mozart

Rio de Janeiro:
23/10/2017 - XXII Bienal de Música Brasileira Contemporânea

Outras Cidades:
21/10/2017 - Campinas, SP - Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas
 




Clássicos Editorial Ltda. © 2017 - Todos os direitos reservados.

Rua João Álvares Soares, 1404
CEP 04609-003 – São Paulo, SP
Tel. (11) 3539-0045 – Fax (11) 3539-0046