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Segunda-Feira, 23 de Outubro de 2017.
 
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Óperas “O homem dos crocodilos”, de Arrigo Barnabé, e “Édipo Rei”, de Igor Stravinsky (Temporada 2015 do Theatro São Pedro)
“O homem dos crocodilos”:
Orquestra Crocodila
Paulo Braga, direção musical
Luiz Gê, direção de imagens
Elenco: Sandro Christopher (Hector), Denise de Freitas (Celine), Keyla de Moraes (Von Fermut, psicanalista), Tiago Pinheiro (Antônio da Ponte), Carlos Careqa (ator), Arrigo Barbabé e Ana Amélia (narradores)

“Édipo Rei”:
Orquestra do Theatro São Pedro
Coral Lírico Paulista
Luiz Fernando Malheiro, direção musical
André dos Santos, regência (dia 25)
Elenco: Paulo Mandarino (Édipo), Eliane Coelho (Jocasta), Homero Velho (Creón), Gustavo Lassen (Tirésias), Hélenes Lopes (pastor), André Rabello (mensageiro), Arrigo Barnabé (narrador)
Theatro São Pedro de São Paulo, dias 20, 22, 25, 26, 27 e 29 de novembro
   
Número de votantes: 128
Média: 6,3
Conceito:
   
Comentários:  
Michel De Paula Uma produção e elenco fantásticos! Parabéns à todos os envolvidos.
   
Annkarin Aurelia Kimmelmann e Silva Gostei bastante dos 2 espetaculos. O "Edipo Rei" foi mto bom.
   
Kaka A orquestra de Luiz Fernando Malheiro sempre impecável, bem como o figurino e cenário. A proposta narrativa de Arrigo nas duas óperas foi fantástica, porém, o texto de "O homem dos crocodilos" é muito muito ruim em relação à música, rica e bem elaborada.
   
Luiz Belíssimo, intrigante! Excelente ideia de unir as duas óperas na mesma récita
   
José Paulo Fiks Como sempre o Theatro São Pedro surpreende positivamente em suas inventivas montagens. O destaque fica para Édipo Rei, tornando evidente a melhora notável Orquestra do Theatro São Pedro.
   
Eduardo Rossi Sinceramente parecia coisa de amador. Foi um desperdício de bons cantores e de orquestra. O coro não aprendeu a parte e ficou todo para no fundo. Não entendi nada mesmo.
   
Nilton Divino D'Addio O Homem dos crocodilos, uma história pirada, foi muito bem montado, considerando-se as restrições financeiras que devem ter, Édipo Rei se destaca pela forte presença do coro.
   
Sergio Weinmann Gostei muito do Édipo Rei. Quanto ao Homem dos Crocodilos, um verdadeiro crocodilo.
   
José Socas O Homem dos Crocodilos: Bizarro. E, por mais que os metidos a intelectuais pensem que sim, não basta ser bizarro para ser artista. Édipo Rei: Bom, mas pobre. Foi muito prejudicada pelo sono que seu antecessor provocou.
   
Eduardo Romero É preciso parabenizar o São Pedro por trazer ao público brasileiro esses dois títulos pouco conhecidos. O destaque de ambas as montagens foi a direção cênica de Caetano Vilela, sempre muito criativo. Foi visualmente um grande espetáculo. Musicalmente, porém, “Édipo Rei” esteve muito à frente da ópera de Barnabé. “O Homem dos Crocodilos” tem música monótona, cansativa e que não emociona em momento algum. Não há nem mesmo uma orquestra tradicional, mas uma pequena banda no fundo do palco. Os cantores fizeram o melhor que podiam, mas não conseguiram deixar a obra palatável. O que salvou foi a boa cenografia e o interessante trabalho com imagens. Achei o gibi lindo, muito bem trabalhado, mas não sei se interromper uma ópera e acender as luzes para ler um gibi é uma ideia muito boa. Acho um pouco de pretensão chamar “O Homem dos Crocodilos” de ópera, pois não tem as características que estamos acostumados a ver nos dramas musicais. “Édipo Rei” é completamente diferente: linda música, história envolvente, uma ópera de verdade. O coro mostrou toda sua força e a regência do maestro Malheiro foi impecável. Paulo Mandarino, no papel principal, foi o grande nome da noite. A Jocasta de Eliane Coelho esteve à altura, com uma voz que continua incrível, embora em alguns momentos tenha sido encoberta pela orquestra. Até mesmo Arrigo Barnabé foi um narrador melhor em "Édipo Rei" do que em sua própria ópera. Os figurinos eram lindos e a cenografia foi ótima. Gostei muito de ver Édipo e Jocasta em dois grandes andaimes e o coro todo embaixo. As máscaras ao final aproximaram a obra do teatro grego, um ótimo efeito. Enfim, um grande programa, apesar de ficar patente a distância que existe entre entre as duas óperas.
   
Luisa Fernandes Maravilhoso espectáculo! Vale conferir
   
Markus Franz O pior espetáculo que vi em São Paulo em muito tempo e isso incluido-se o imcompreensível Lohengrin do Municipal.
   
   

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29/10/2017 - XXII Bienal de Música Brasileira Contemporânea

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31/10/2017 - Porto Alegre, RS - Orquestra Sinfônica de Porto Alegre
 




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