Osesp faz mais cinco apresentações com Osmo Vänskä

por Redação CONCERTO 20/03/2013

O maestro finlandês Osmo Vänskä continua à frente da Sinfônica do Estado de São Paulo nesta semana, tendo como convidado o pianista norte-americano Nicholas Angelich. As apresentações acontecem na Sala São Paulo nesta quinta (dia 21 de março), sexta (22) e sábado (23), e têm início com Minea, peça de um único movimento do compositor finlandês Kalevi Aho. Em seguida, o pianista Nicholas Angelich interpreta o Concerto nº 3 em dó menor de Beethoven. A obra tem grande influência da música de Mozart (em especial do Concerto nº 24 KV 491), compositor admirado por Beethoven. As apresentações terminam com a Sinfonia nº 5, do compositor dinamarquês Carl Nielsen.

 

O público poderá assistir ao Ensaio Aberto da Osesp, na quinta-feira a partir das 10h, com ingressos a R$ 10,00, e também à participação da Osesp na série Concertos Matinais, domingo às 11h com entrada franca (sem a participação de Nicholas Angelich).

O finlandês Osmo Vänskä estudou regência sob orientação de Jorma Panula. Em 1988, assumiu a direção musical da Orquestra Sinfônica de Lahti, que se tornou, sob sua liderança, uma das orquestras mais importantes da Finlândia. Desde 2003 Vänskä é diretor musical da Orquestra de Minnesota. Como regente convidado, dirigiu várias das orquestras mais eminentes do mundo, como a Orquestra Nacional da França, a Orquestra do Concertgebouw de Amsterdã e a Sinfônica de Chicago. Em 2011 recebeu o prêmio da Royal Philharmonic Society. Em 2013, sua gravação das Sinfonias nº 2 e nº 5 de Sibelius, pelo selo BIS, foi indicada ao Grammy.

O norte-americano Nicholas Angelich começou a estudar piano aos cinco anos e aos sete fez sua estreia com o Concerto para piano nº 21, KV 467 de Mozart. Aos 13, entrou para o Conservatório Nacional Superior de Música de Paris, onde estudou com Aldo Ciccolini, Yvonne Loriod e Michel Béroff. Apresentou-se como solista da Orquestra Nacional da França, das filarmônicas da Radio France e de Nova York e da Sinfônica de São Petersburgo, tendo trabalhado com maestros como José Pons, David Robertson, Jesús López-Cobos e Iván Fischer, entre outros. Já gravou grande parte da obra de Johannes Brahms, com destaque para os Trios, com Renaud e Gautier Capuçon, as Sonatas para violino e piano, com Renaud Capuçon, e os dois Concertos para piano e orquestra, com o maestro Paavo Järvi.

[Veja detalhes no Roteiro Musical]

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