Philip Glass faz apresentações fechadas na Pinacoteca e dá master class aberta a ouvintes

por Redação CONCERTO 29/07/2010

Um dos mais populares compositores do final do século XX, o norte americano Philip Glass, estará em São Paulo no início da próxima semana para tocar e participar da exposição da obra A soma dos dias, do artista plástico e amigo de Glass, Carlito Carvalhosa, na Pinacoteca do Estado. Além de compor a música para a instalação, Philip Glass tocará sua composição ao piano, acompanhado por alunos da escola de música Tom Jobim Emesp (antiga ULM), nos dias 2 e 3 de agosto a platéias de convidados.

Estes alunos da Emesp participarão ativamente da master class que Glass dará no dia 3 às 14h00 na sede da escola, no Largo General Osório 147. No evento, os alunos tocarão obras de Glass para ao próprio compositor. Dentre as peças estão Eight tunes for piano, Piece in the shape of a square, Two pages, Melodies for saxophone, Strung out e Quartetos de Cordas nºs 2, 3, 4 e 5.

A aula é aberta a alunos ouvintes, com entrada franca e sem a necessidade de inscrição prévia. O auditório da Unidade Luz da Emesp tem capacidade para 80 pessoas.

A obra de Carlito Carvalhosa com música de Philip Glass ficará exposta na Pinacoteca do Estado, dentro do Projeto Octógono, de 31 de Julho a 7 de novembro, das 11h00 às 14h00.

Philip Glass
Norte americano de Baltimore, Philip Glass estudou na Universidade de Chicago, na Juilliard School e com Darius Milhaud e Nadia Boulanger. Compôs mais de 20 óperas – dentre elas Einstein on the Beach –, oito sinfonias, dois concertos para piano e concertos para violino, tímpano e saxofone, além de trilhas sonoras de filmes como As horas, Kundun, Satyagraha, Powaqqatsi, The truman show e Koyaanisqatsi.
Glass compôs também a peça Itaipú, com texto em guarani, sobre a hidrelétrica brasileira.