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Conferência MultiOrquestra 2016 – Dia 2 (12/5/2016)
Por João Luiz Sampaio

O segundo dia da Conferência MultiOrquestra, quarta-feira dia 11, começou com uma palestra da ativista cultural inglesa Katherine Zeserson a respeito de diferentes práticas de educação musical em todo o mundo. Antes de tratar de casos específicos, ela tocou em algumas questões-chave dentro do tema, como a noção de que acesso não leva obrigatoriamente à participação e a necessidade de se discutir os mecanismos da mediação entre orquestra e público. Celebrou a percepção de que já se questiona e vai além da ideia de que é preciso explicar a música para o público antes dele ter contato com ela, com o foco agora sendo colocado em novos formatos, novos espaços. Após mostrar casos em Cingapura, Sidney, Londres, Budapeste e Vancouver, ela voltou a defender a ideia de que há mais valor do que a simples experiência do concerto. Outro aspecto importante de sua intervenção: não se trata apenas de formar o público do futuro, mas de pensar no público já agora, tenha ele três ou 103 anos.

Em seguida, uma outra apresentação de caso, agora com Anne Parsons, diretora da Sinfônica de Detroit. Em 2012, contou, uma pesquisa mostrou que os habitantes da cidade e os funcionários da orquestra associavam ao grupo cinco palavras: disfuncional, estressante, frágil, desconfiança e reserva. Três anos depois, nova pesquisa: ambiciosa, inovadora, aberta, diversa, apaixonada. O caminho entre uma e outra não foi, no entanto, fácil. O problema surgiu – ou se agravou – com a crise econômica em 2008. “Perdemos milhões de dólares de patrocínio da indústria automotiva, as pessoas deixavam a cidade, devíamos para cinco bancos. Só fazer cortes não ia adiantar. Foi então que percebemos que não daria para continuar fazendo o que vínhamos fazendo até aquele momento e nos colocamos algumas perguntas. O que fazemos? Por que fazemos? Para quem fazemos?”, disse. A conclusão foi que não se tratava de questionar o valor do que a orquestra fazia, ou seja, tocar música, mas de discutir e repensar os modos e os formatos. “Nossa sala de concertos estava vazia. Começamos, então, a tocar em outros espaços, escolas, centros comunitários, igrejas, enfim, em oito novos locais. Ganhamos mais doadores, uma nova relação com nossa comunidade e logo a sala voltou a se encher.” A orquestra também investiu em um projeto de webcasts, transmissões de seus concertos pela internet, “uma forma de mostrar ao mundo que estávamos vivos e produzindo”. A partir dessa experiência, Parsons ofereceu alguns “conselhos” e percepções. 1) Esperança é fundamental, mas não é uma estratégia; 2) uma liderança alinhada é crucial; 3) mudar é difícil; 4) visão de longo prazo é importante; 5) deve-se manter a visão positiva, a curiosidade, a transparência; 6) não permitir que haja temas proibidos na discussão por novos caminhos.

O primeiro painel do dia teve como tema “Para quem estamos tocando?”, com mediação de Cathy Graham, diretora de música do Conselho Britânico. Leandro Carvalho, secretário de Cultura do Estado de Mato Grosso e regente da Orquestra do Mato Grosso, abriu as exposições tratando do desafio de criar uma orquestra que lidasse com a tradição sinfônica sem deixar de lado as manifestações culturais regionais. “Há uma cultura musical muito rica no Mato Grosso. E nos perguntamos há 12 anos, quando surgiu a orquestra: como podemos fazer esses universos dialogarem?” Além da abertura com relação ao repertório, o grupo ganhou, por exemplo, um naipe de violas de cochos, instrumentos característico do estado. Investiu-se também, segundo Carvalho, no aprofundamento da relação com os solistas, em busca de parcerias mais duradouras. A criação de um trabalho de educação musical foi pautada pela ideia de que o conteúdo é mais importante do que a forma. “Quando você apresenta um livro para uma criança, você não trata do objeto livro, mas sim do conteúdo, do que ele tem a dizer.” Nesse sentido, é importante ressaltar ainda espetáculos cênicos que relacionam grandes temas e mestres da cultura ocidental, como o Don Quixote de Cervantes, com aspectos da cultura do Pantanal, “para criar espetáculos que tenham uma relação com as pessoas”.

Em seguida, falou Catherine Arlidge, violinista da City of Birmingham Symphony Orchestra e educadora musical, sobre os projetos criados pelo grupo desde os anos 1990 para promover uma nova relação com a plateia – e as lições tiradas deles. Em 1998, os músicos começaram a fazer eles próprios a curadoria de uma série de concertos de câmara, “que reforçou a importância de desenvolver e estimular os artistas da orquestra e não apenas os chefes de naipe”. Em 2006, foi criado o Notelets, em que os músicos interagem com crianças, que conhecem os instrumentos, tocam e até compõem pequenas peças, que ouvem na interpretação dos integrantes da orquestra. “Ficou clara a importância de saber quem é nossa plateia em um momento específico e o que ela espera de você; qual o formato de uma apresentação, o ritmo, a combinação entre as peças a fim de prender o interesse do público; e os modos como apresentar esse repertório, como se vestir, se comportar, se conectar”. Em 2012, a orquestra criou sob encomenda de uma empresa de seguros um espetáculo para crianças sobre como se deve atravessar a rua. “Foi algo que pareceu improvável de início, mas nos ensinou que precisamos estar atentos às demandas feitas pela comunidade”. No mesmo ano, foi criado um quarteto de cordas, o Stringcredibles, que toca em escolas. “O foco é trabalhar o poder da imaginação das crianças e conectá-las com as artes. E após alguns anos ficou claro para nós o poder dos modelos novos e disruptivos. A conclusão é que a educação musical, para nós, acabou se tornando uma extensão natural da performance, fazendo da orquestra algo com cada vez mais impacto na vida da comunidade em que estamos inseridos.”

Arthur Nestrovski, diretor artístico da Fundação Osesp, falou em seguida. Afirmou que a Osesp trabalha com um escopo muito grande, “um projeto cultural, não apenas uma orquestra sinfônica”. E mostrou a diversidade da atuação, da temporada de concertos aos projetos especiais como gravações e concertos digitais, passando pela edição de uma revista, a criação do selo digital, uma série de encontros e palestras, a atividade educacional, o trabalho com novecentos professores, os concertos didáticos realizados por orquestras parceiras, o Festival de Inverno de Campos do Jordão e a Academia, entre outros. Nestrovski colocou, então, três pontos que considera fundamentais na relação com a plateia: 1) a organicidade da programação, que deve ser coerente com o projeto como um todo; 2) a busca de um ponto de equilíbrio, com a conquista de novos públicos convivendo com o respeito ao público que já existe; 3) a busca por projetos que façam diferença e sejam um desafio para os músicos. Nestrovski também abordou o atual contexto de crise. “Ações específicas, como uma dedicada à Cracolândia, são difíceis para uma orquestra como a Osesp em um momento no qual a sua própria sobrevivência está ameaçada. A situação é tão instável que não sabemos nem que perguntas fazer. A prioridade tem que ser manter o fundamental, garantir a sobrevivência e a continuidade”. Questionado por Jan Raes, da Orquestra do Concertgebouw de Amsterdã, ele disse ainda que os músicos, por conta da quantidade de trabalho na temporada, não conseguem se envolver diretamente em projetos educacionais; e explicou que a barreira do idioma impede que a maestrina Marin Alsop se envolva mais com projetos educacionais.

Gillian Moore, diretora de música do Southbank Centre, em Londres, contou um pouco da história do centro cultural e da linha de programação que hoje o move. “Eu acredito na arte pela arte, mas isso às vezes nos leva a um isolamento que nos faz esquecer que a arte pode nos ajudar a entender o momento e o mundo em que vivemos”, disse. É nesse sentido que surgem projetos como um festival sobre a morte, com palestras, encontros, exposições e concertos dedicados à música de Mahler; ou uma discussão sobre os efeitos da guerra a partir do Réquiem de Guerra, de Britten; ou o festival The Rest is Noise, que uniu filosofia, história, política e arte para recontar o século XX, com a participação de diversos grupos da cidade, como a Filarmônica de Londres, e também convidados, como a Osesp.

A manhã terminou com mais uma intervenção dos jovens do Tomorrow’s Leaders Today e da Academia de Gestão Orquestral. Como no dia anterior, eles falaram das características que gostariam de ver no cenário em 2026: uma maior conexão entre público, gestores, músicos, comunidade, instituições públicas e privadas, em um sistema de suporte mútuo e de cooperação; uma compreensão da diversidade do público e uma maior atenção às suas múltiplas vozes. “Todos precisam ser ouvidos para se procurar novos formatos, apostar na experimentação e no abandono da previsibilidade”. Foi defendida também uma maior participação dos conselhos das instituições; a proposição de regras claras de governança; uma gestão mais flexível, aberta e com a participação dos músicos; o diálogo com outras artes e outras áreas de conhecimento; e a flexibilização dos preços de ingressos.

Parte da tarde
Depois do almoço, o quarto painel da conferência – “Posso sugerir…?” – dedicado à escolha de repertório e ao gosto do público. O jornalista João Marcos Coelho, que atuou como mediador, começou a mesa com algumas provocações. O público, disse, vai ao concerto em busca apenas da beleza – e o programador, ao mesmo tempo em que tenta buscar repertórios inventivos, preocupa-se em contentar esta expectativa, resultando na limitação do repertório. “O fato é que quem quer pensar e conhecer o novo sai decepcionado da vida de concertos brasileira”, disse. Timothy Walker, da Filarmônica de Londres, falou da importância da figura do compositor residente e da estreia de obras (a filarmônica faz cinco por ano). Para ele, a melhor maneira de apresentar novas obras é em conjunto com o repertório mais tradicional. Alfonso Leal del Ojo, do Dunedin Consort, especializado em música de época, defendeu que o contexto e a contextualização são fundamentais na experiência do concerto, em qualquer repertório. Yara Caznok, musicóloga e professora da Unesp, abordou alguns aspectos práticos. “Não temos uma quantidade grande de bons músicos que se interessem pela música contemporânea, pela música de invenção. Isso leva a uma pergunta: se eu não gosto de uma apresentação, a culpa é da obra ou do intérprete, que é ruim? Nesse repertório, o músico tem uma responsabilidade muito grande. Se alguém ouve um Beethoven pela primeira vez e ele é mal tocado, haverá outras chances de contato com essa música. Não é o caso de uma obra nova. Além disso, é importante ter em mente que o intérprete que se dedica à música de invenção volta ao repertório tonal de uma forma completamente diferente”, afirmou.


Da esquerda para a direita: Yara Caznok (coordenadora da Universidade do Estado de São Paulo), João Marcos Coelho, moderador (jornalista e crítico da Revista CONCERTO), Alfonso Leal del Ojo (diretor executivo do Dunedin Consort) e Timothy Walker (CEO da London Philarmonic Orchestra) [Divulgação / Flávio Florido]

A partir do que disse Yara, João Marcos Coelho chamou atenção para o fato de que, em sua maior parte, os músicos de orquestra “detestam tocar música contemporânea”. “É por isso que quando se encomenda uma obra é preciso saber se ela vai interessar os músicos, o maestro, enfim, é preciso pensar com cuidado a quem se encomenda uma nova composição.” Leal del Ojo, por sua vez, deu um exemplo do contexto a que se referia. “Quando a música de Bach e Beethoven era tocada em suas épocas, era música nova, que era apresentada juntamente com peças de compositores mais antigos. O que fazemos, por exemplo, é recriar essa ideia: em um concerto, tocamos Monteverdi e pedimos a um jovem compositor que escreva uma nova obra”, explicou. “A diferença é que na época deles havia uma linguagem musical comum compartilhada. A música de hoje é resultado de uma implosão, com cada compositor seguindo uma linguagem própria”, colocou Coelho, que também associou a falta de interesse dos músicos pela produção contemporânea à pouca participação que eles têm na confecção da temporada. Walker, no entanto, acredita que “nem tudo é tão sombrio quanto se imagina”. “É possível inovar e ao mesmo tempo respeitar o establishment e o público que vai pela primeira vez ao concerto. É possível montar uma temporada equilibrada que seja fruto do consenso e do diálogo entre direção, os músicos, o maestro e aquilo que o público gostaria de ouvir.”

O encerramento da programação de quarta se deu com uma sessão desenhada pelos participantes do programa Tomorrow’s Leaders Today. Sobre o palco, eles abordaram algumas questões que lhe parecem importantes, reunidas sob uma preocupação maior: a democratização. Três pontos foram levantados: o papel da mulher no mundo da música clássica; uma nova estrutura para as orquestras; e a acessibilidade. Seguiu-se um detalhamento dessas questões. O acesso, por exemplo, tem a ver com aspectos geográficos e sociais da cidade. A periferia tem cada vez mais habitantes, e um número pequeno de teatros e salas; para ir a um concerto na região central, é preciso enfrentar horas de deslocamento, o que “só contribui para a ideia de que a música clássica é elitista” e é particularmente complicado se levarmos em conta que muitos dos líderes do futuro da música clássica brasileira virão da periferia. Os jovens também defenderam a ideia de que a orquestra deve se entender como responsável por formar um novo público, o que é um retorno para a sociedade, mas também uma maneira de garantir o seu futuro. Eles também se mostraram preocupados com a falta de interesse da direção das orquestras em motivar os músicos e reconheceram a falta de capacidade dos músicos de se organizar e exigir maior participação no cotidiano e nas decisões das orquestras. Chegou-se ainda à constatação de que o mundo da música clássica é ainda patriarcal e machista, que não sabe lidar com regentes ou compositoras mulheres, além de abrir pouco espaço a instrumentistas. Nesse sentido, defendeu-se o papel das escolas na mudança dessa realidade.

Após o fim da programação da conferência, realizou-se uma plenária da Associação Brasileira de Orquestras – ABRO, instituição que ainda está sendo criada com o objetivo de agregar grupos de todo o país. Falou-se um pouco, a partir do estatuto montado, sobre as funções da entidade. Entre elas, lutar por políticas públicas para o setor e advogar por maior investimento; fomentar a troca de informações entre os grupos; atuar como moderadora em disputas trabalhistas; ajudar na formação de profissionais para este meio; e conduzir pesquisas e levantamentos de dados que ofereçam subsídios para a atividade orquestral.
 
Enquanto se estuda ainda questões técnicas a respeito da formalização da entidade, representantes de orquestras presentes à plenária já decidiram criar grupos de trabalho para discutir temas importantes, como leis de incentivo e a criação de um banco de dados que reúna informações a respeito das orquestras brasileiras. Além disso, reunidos em um Fórum das Orquestras Brasileiras, prepararam um documento, divulgado ainda na noite de quarta-feira, em que se colocam contra a possibilidade de extinção do Ministério da Cultura. “O Fórum das Orquestras Brasileiras, reunido hoje por ocasião da Conferência Internacional MultiOrquestra, realizada na cidade de São Paulo, manifesta-se publicamente contra a extinção e/ou fusão do Ministério da Cultura e afirma a veemente defesa de sua continuidade”, diz o texto, assinado, entre outros, pela Fundação Osesp, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Theatro da Paz de Belém, Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira, Camerata Antiqua de Curitiba, Festival de Campos do Jordão, Escola de Música do Estado de São Paulo, sinfônicas municipais de Santos e Santo André, a Orquestra Petrobras Sinfônica e a Sinfônica de Sergipe.





João Luiz Sampaio - é editor executivo da Revista CONCERTO e colaborador do jornal O Estado de S. Paulo

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