Marcelo Lopes: maturidade artística e institucional

por Redação CONCERTO 02/01/2026

Retrospectiva 2025: Marcelo Lopes, Presidente e CEO da Fundação Osesp 

Em 2025, reafirmamos nossa maturidade artística e institucional, combinando excelência musical, solidez de gestão e ampliação de nossa atuação pública. Entre os principais marcos do ano, destaca-se a inauguração da Estação Motiva Cultural, novo equipamento do Estado de São Paulo, idealizado e gerido pela Fundação Osesp, concebido para acolher novas linguagens, fortalecer programas educativos e de difusão e expandir nossa vocação como destino para a arte e a cultura. 

No plano internacional, a residência no Festival Internacional de Música Clássica de Bogotá foi um importante aceno para a ampliação da presença da Osesp na América Latina e reforçou o intercâmbio artístico regional, que pretendemos intensificar nos próximos anos. O fortalecimento da estrutura artística também se expressou na chegada de Thomas Blunt à direção do Coro da Osesp, cujos resultados já se fazem perceber na qualidade e na consistência do trabalho desenvolvido com o grupo. 

A temporada manteve-se inventiva e inspiradora, sustentada pelo trabalho contínuo de nosso diretor musical Thierry Fischer na consolidação da identidade artística da Orquestra. Destacam-se projetos de grande densidade estética – como Wozzeck, de Alban Berg, a sequência do ciclo Mahler sob sua direção, e o arrebatador programa com o convidado Pierre Bleuse, regendo obras de Scriabin e Stravinsky –, ao lado de uma forte presença de mulheres compositoras e regentes, do aprofundamento das ações educativas e de acessibilidade e da aposta contínua em programas especiais voltados à ampliação de públicos, como The Silence of Sound, com Alondra de la Parra e Chula The Clown, e o Festival da Criança e a Sinfonia Mágica, que convocaram famílias, crianças e jovens à Sala São Paulo e à Estação Motiva Cultural. 

Prova de que estamos na direção certa é a presença crescente de um público cada vez mais diverso, engajado e disposto a descobrir o novo, que tem respondido com entusiasmo às experiências artísticas e culturais que propomos, hoje estendidas para além da música de concerto, em diálogo com outras linguagens e formas de fruição. 

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(divulgação, Mario Daloia)
(divulgação, Mario Daloia)

 

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