Osesp abre temporada com obras de Stockhausen e Beethoven

por Redação CONCERTO 05/03/2026

A Osesp abre sua temporada nesta semana com concertos, nos dias 5, 6, 7 e 8, nos quais vai interpretar Gruppen, de Stockhausen, e a Nona sinfonia de Beethoven. A regência é de Thierry Fischer e, em Beethoven, Camila Provenzale, Ana Lucia Benedetti, Issachah Savage e Savio Sperandio são os solistas.

O programa se inicia com a obra de Stockhausen. Finalizada em 1957, a peça é um dos exemplos da corrente artística do serialismo integral, técnica composicional que organiza todas as propriedades do som (timbre, altura, duração e intensidade) em sequências numéricas. Os concertos em São Paulo marcam a estreia da peça no Brasil.

A execução da obra é marcada pela complexidade e pelo uso inovador do espaço. A orquestra se organiza em três grupos, cada um comandado por um regente (além de Fischer, Wagner Polistchuck e Ricardo Bologna). Para isso, a Sala São Paulo contará com duas plataformas alocadas sobre as plateias elevadas, permitindo que o público aprecie a peça por diversas perspectivas [leia mais sobre a peça na edição de março da Revista CONCERTO; acesso exclusivo para assinantes].

Outra obra de peso completa o programa. A Nona sinfonia de Beethoven, finalizada em 1824, é uma das obras mais célebres do repertório orquestral. A peça de aproximadamente uma hora de duração se destaca pelo uso que Beethoven faz da voz, no quarto movimento, quando os solistas e o coro ganham destaque e entoam os versos de Ode à Alegria, retirados do poema de Friedrich Schiller. O Coro da Osesp e o Coro Acadêmico da Osesp participam da apresentação.

A partir de amanhã, 5, será possível comentar sobre a apresentação no Ouvinte Crítico, a enquete do Site CONCERTO.

Veja mais detalhes no Roteiro do Site CONCERTO

O maestro Thierry Fischer à frente da Osesp [Divulgação/Isabela Guasco]
O maestro Thierry Fischer à frente da Osesp [Divulgação/Isabela Guasco]

 

Curtir

Comentários

Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não refletem a opinião da Revista CONCERTO.

É preciso estar logado para comentar. Clique aqui para fazer seu login gratuito.