Na segunda-feira, 25, a Orchestre des Champs-Élysées realiza concerto no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Sob regência de seu fundador, Philippe Herreweghe, o grupo interpreta a Sinfonia nº 7 de Beethoven e a Sinfonia nº 8, Inacabada, de Schubert. Na quarta-feira, 27, a orquestra se apresenta na Sala São Paulo.
Herreweghe é um especialista em interpretações historicamente informadas. O objetivo da prática é aproximar as performances das peças às intenções de seus compositores e às tendencias do período em que foram escritas. Para isso, são necessárias pesquisas sobre a interpretação das obras e sobre o uso dos instrumentos adequados.
O repertório escolhido pelo maestro combina Beethoven e Schubert. A Sinfonia nº 7 de Beethoven, composta entre 1811 e 1812, é conhecida por sua vivacidade e foi apelidada por Richard Wagner como a “Apoteose da dança”. A Sinfonia nº 8 de Schubert, escrita em 1822, foi apelidada de Inacabada por apresentar registros completos de dois movimentos, enquanto as sinfonias da época costumavam conter três ou quatro movimentos.
Segundo Herreweghe, as peças representam a transição do classicismo ao romantismo. “A Sétima de Beethoven une energia rítmica a um senso de ruptura, enquanto a Inacabada de Schubert abre um novo universo sonoro”, explica o maestro em entrevista à edição de maio da Revista CONCERTO (clique aqui; acesso exclusivo para assinantes).
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