Na quinta-feira, 25, a Filarmônica de Minas Gerais encerra o 14º Festival Tinta Fresca, em Belo Horizonte. Regida por José Soares, a orquestra apresenta peças de J. Reis, F. Britto, R. Aredes e J. Hocherman, finalistas do festival.
O Festival Tinta Fresca revela talentos da música sinfônica contemporânea no Brasil. A edição de 2026 é dedicada aos biomas brasileiros e contou com inscrições de obras inéditas que abordam a diversidade, a riqueza e os desafios enfrentados pela fauna e pela flora brasileiras. O prêmio é a encomenda de outra nova peça, que será executada pela Filarmônica.
A orquestra executa as obras dos quatro finalistas e anuncia o vencedor. Cenas da Caatinga, de Jônatas Reis, homenageia as paisagens e a cultura da região nordeste, marcada pela seca e pelas chuvas intensas. De Fernando Britto, Pau-Brasil: o tesouro da Mata Atlântica representa, em cinco movimentos, a devastação e a regeneração dos recursos naturais explorados desde o período colonial.
Momentos do caraça, de Rodrigo Aredes, faz referências à fauna do cerrado e aos pontos turísticos presentes no Santuário do Caraça, Minas Gerais. De Jonas Hocherman, a Suíte refloresta reflete sobre a reconstrução da Mata Atlântica e evoca espécies desaparecidas e ciclos da natureza.
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