Revista CONCERTO vence APCA 2025 como ‘destaque da crítica’

por Redação CONCERTO 27/01/2026

Premiação elegeu vencedores em 11 categorias; cerimônia de premiação deverá acontecer no Teatro Sérgio Cardoso em maio

A Associação Paulista de Críticos de Artes (Apca) anunciou na noite de ontem (segunda-feira, dia 26), em assembleia geral realizada na sede do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, os vencedores do Prêmio APCA 2025. Ao todo, foram eleitos destaques em 11 categorias, entre as quais Arquitetura, Artes Visuais, Cinema, Literatura, Música Erudita e Televisão. Os jurados da categoria Música Erudita foram Antonio Ribeiro, Camila Fresca, Flávia Toni e Sidney Molina.

A Revista CONCERTO, que comemorou 30 anos de circulação ininterrupta em 2025 – mais longeva publicação cultural brasileira –, venceu como “destaque da crítica”. “Estamos muito contentes coma premiação”, afirmou o diretor-editor Nelson Rubens Kunze, que, junto com as sócias Cornelia Rosenthal e Mirian Croce, criou a publicação em 1995. “A Revista CONCERTO é um marco editorial inédito no Brasil. E é um prazer ver reconhecido esse nosso trabalho de jornalismo profissional, democrático, plural e aberto. Obrigado aos jurados e a toda comunidade cultural que apoia e mantém a Revista CONCERTO”, destacou.

Ao lado da Revista CONCERTO, a categoria música erudita comtemplou também a ópera Porgy and Bess produzida pelo Theatro Municipal de São Paulo e dirigida por Roberto Minczuk e Grace Passô (ópera), a composição Breathing Blocks, de Felipe Lara (estreia de obra), o Festival Ilumina (projeto especial), a apresentação do Coro da Osesp e do Coral Paulistano com regência de Thomas Blunt e Maíra Ferreira (concerto coral), a Osesp sob regência de Pierre Bleuse em obras de Scriabin e Stravinsky (concerto sinfônico) e o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo no programa Identidade brasileira (categoria recital / música de câmara). 

Na categoria Dança, o espetáculo Ato, da Cia Fragmento de Dança, foi o vencedor, enquanto a coreografia/criação premiada ficou com Rodrigo Pederneiras e Cassi Abranches por Piracema, do Grupo Corpo. O prêmio de elenco foi concedido ao Balé Teatro Guaíra por Contraponto, e o de interpretação à bailarina Maria Emilia Gomes por Colibri. O prêmio técnico reconheceu o trabalho de Christofer Silva e Djalma Moura pela cenografia de Ibejada, e a categoria Programa/Memória/Projeto/Difusão destacou Minas de Ouro, de Carmen Luz. O Prêmio Especial foi atribuído ao Grupo Corpo, em celebração aos seus 50 anos de fundação. Participaram da votação Amanda Queirós, Henrique Rochelle, Iara Biderman, Simone Alcântara e Yaskara Manzini.

A cerimônia de entrega dos troféus está prevista para maio, no Teatro Sérgio Cardoso.

(Revista CONCERTO)
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